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domingo, 3 de janeiro de 2016

[leituras] On Writing

Título: On Writing
Autor: Stephen King
Páginas: 297
Ano: 1999

Acho que isto me apareceu como recomendação do Goodreads e não fazia ideia que este livro seria o que depois descobri dele. Um livro sobre escrita pelo King, epah, porque não?

Mas agora de livro pegado vejo que é bem mais do que isso, e embora à cabeça me seja dito que não é uma biografia aprendi mais nesta não-biografia do que em muitas biografias.

E mais do que isso: este livro conquistou-me porque não parece um livro, não estou a ler um autor a escrever, estou a ler um homem, uma pessoa. Não tem aquele ar de entendido na coisa, não te aqueles maneirismos de autor, nada. É um tipo que fala sobre a sua vida, a influência que a escrita teve nela, e a evolução da própria escrita com a vida.

Se eu já gostava de King agora fiquei bem mais interessada. Seja pela autenticidade do livro, seja pela simplicidade, seja pela maneira curiosa como as histórias foram aparecendo na vida dele. Ver o processo de criação de um livro/história é sempre uma coisa que me fascina, e olhar para o Carrie, para o Misery e ver para além do que já li e sei deles é realmente magnífico.

Mais a mais este livro estava a ser escrito e foi interrompido porque o King ia morrendo com um acidente em que um camião o atropelou e deixou num estado lastimável. Também isto é contado ao pormenor na parte final do livro.

Pode-se apontar muitos defeitos ao King, sim, mas não consigo deixar de gostar das histórias dele, da própria fluidez da escrita dele e da envolvência que ele consegue dar à história que me cativa quase invariavelmente,

Portanto: sinto que eu, com os meus rabiscos que às vezes me fazem dizer que até escrevo, aprendi com este livro. Deu-me coisas para pensar, mexeu com os meus circuitos internos e fez-me aperceber de coisas que nunca tinha pensado. É um livro que funciona bem para quem quer conhecer melhor o homem e o autor que Stephen King é, e também para quem quer ver umas coisas de escrita. Não é um livro normal de "instrução sobre escrita", longe disso. Mas para quem juntar os dois critérios, como é o meu caso, é um livro realmente bom.

Escusado será dizer que vou ler mais King este ano. Ainda por cima recebi ainda há dias o Under the Dome. Esse, o The Stand e The Tommyknockers vão este ano,


segunda-feira, 6 de abril de 2015

[leituras] Creepshow

Título: Creepshow
Autor: Stephen King
Adaptação: Bernie Wrightson
Ilustração: Michelle Wrightson
Páginas: 66
Ano: 1982

Stephen King? Não me costuma falhar! George Romero? É um tipo que gosta de zombies assim à maluca. Um livro com mão dos dois, bd, com um ar fenomenal? Bora lá, não é preciso pensar muito!

Já por norma assim que vejo livros com este estilo fico aos pulinhos, o Tico e o Teco não sabem ficar quietos e têm de descobrir mais coisas e ler e ver e babar-se completamente para cima daquele livro - mesmo sem saber o que é, de quem, bom ou mau, este arzinho deixa-me sempre interessada, se à mistura se juntar King tenho o caldo completamente entornado.

Descobri este pelo Goodreads que mo mostrou como leitura recomendada e eu não sei lá os algoritmos que eles têm mas obrigada gnominhos do Goodreads. Continuem a mostrar-me estas coisas e eu serei uma moça mais feliz.

São cinco histórias, simples, sucintas, engraçadas e bem creepy (eu bem que tenho andado atrás de uma palavra que me substitua o creepy mas não consigo! Em português não temos nada que dê a mesma ideia que o creepy por isso vou ter de manter isto assim). Não são histórias que deixem os pelinhos da nuca arrebitados nem é uma coisa que não se leia bem à noite, já na cama, com as luzes apagadas. Ainda assim está o tipo de história curta com uma ideia estranha e semi-assustadora que soa bem. Eu gosto bastante deste estilo. As ilustrações acabam por dar aquele toque final, com o nosso host, o Creep, a ir fazendo de narrador, nos vai dando pormenores quanto ao que se vai passando e às vezes é muito pela voz dele que o suspense vai aumentando e a história vai ficando mais interessante.

Isto vale muito pele arte, cores lindissimas, desenhos creepy q.b. e a acompanhar a história na perfeição. 

Não é um livro para assustar ou para ter emoções fortes, é quase um livro de terror juvenil (ponham o devido desconto de que eu comecei a ver destas coisas desde muito cedo e continuo a piorar o meu caso arranjando sempre mais hardcore, é importante dar essa abébia à parte do "juvenil"): engraçado, com ideias assustadoras bem contadas mas que não nos deixam com medo do escuro.

O passo seguinte é ver o filme. O Romero pegar nisto e fazer qualquer coisa deve ter sido interessante e cheira-me que se até agora achei um livro soft sou capaz de não achar o mesmo do filme. Aguardemos!

segunda-feira, 9 de março de 2015

[leituras] American Vampire

Título: American Vampire
Argumento: Scott Snyder, Stephen King
Desenho: Rafael Albuquerque
Páginas: 192
Ano: 2010

Eu quando era uma moça pequenita já gostava de ler e já era estranha. Resultado: adorava histórias de vampiros, lobisomens, zombies, coisas com muito sangue à mistura, tripas e feras assassinas sedentas de mais. Na altura chamavam-me louca. Depois os tempos mudaram e hoje quem é que não gosta de um vampirinho? Qual é a adolescente que não quer encontrar um vampiro no quarto e jurar-lhe amor eterno (literalmente)?

Com a onda vampiresca que apareceu há uns tempos há pouca coisa que tenha encontrado que fizesse juz às bestas que são estes seres. E depois agarrei neste livro. Logo para começar temos uma introdução de King que me mostra claramente o porquê de eu gostar dele:

"Here's what vampires shouldn't be: pallid detectives who drink Bloody Marys and only work at night; lovelorn southern gentlemen; anorexic teenage girls; boy-toys with big dewy eyes.
What sould they be?
Killers, honey. Stone killers who never get enough oh that tasty Type-A. Bad boys and girls. Hunters. In other words, Midnight America. Red, white and blue, accent on the red." 

Please Mr. Stephen King, be my mentor! Teach how to be this badass and thi cool! Please!

Enfim, finalmente um belo dum livro com vampiros a sérios, muito sangue a saltar das veias, muita gente a tentar matá-los - sem grande sucesso.

A história não é banal, temos os típicos vampiros que morrem com madeira, que não suportam a luz do Sol e depois temos uma nova raça, uma raça da qual temos de ir descobrindo coisas aos poucos, conseguem andar durante o dia e a madeira é um material porreiro.  O que vai acontecer com esta guerra entre raças de vampiros? Não faço ideia, mas são vampiros um bocado assassinos e não me cheira que resolvam coisas com chá e bolachinhas saídas do forno.

Eu quero ler mais disto, sem dúvida. Tenho saudades de ter vampiros a sério, bestas sanguinárias que só se sentem completas se estiverem  banhadas em sangue. Este é o meu tipo de vampiros, o tipo que eu quero acompanhar e definitivamente não conhecer! Até porque de aspecto só podem ser giros Às vezes ...



sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

[cinema] The Shining

Título: The Shining
Realização: Stanley Kubrick
Argumento: Stanley Kubrick
Duração: 144 min
Ano: 1980


Tenho muito que dizer aqui! Estou chateada! Revoltada! Frustrada! Sinto-me enganada!

Acabadinha de ler o The Shining tinha que ver esta grande obra do cinema, ainda por cima um Kubrick - senhor que vai ter uma temporada, à semelhança do Miyazaki, a começar agora!

E estou tão chateada porquê? Porque o filme e o livro não têm nada a ver um com o outro. Nada! Há muita coisa que era tão boa no livro e que aqui foi arruinada.

O Tony, amigo imaginário do pequeno Danny, não tem nada a ver: no ivro é uma coisa completamente mental, um dom da criança que lhe permite realmente saber coisas; é uma sensibilidade inata do Danny. No filme o Tony "vive na boca do Danny e esconde-se no estômago quando não quer que o vejam". Torna a presença do Tony uma verdadeira coisa de crianças, um amigo imaginário autêntico, nada de especial ou interessante sobre ele. 

Não há qualquer referência ao problema de bebida do pai, Jack. Nenhuma! Uma das coisas que dá mais contexto e conteúdo a toda a história e é completamente eclipsado do filme. Ressalva feita que Jack Nicholson faz um papel brilhante, perfeito para o tipo de actor que é: louco e orgulhoso da sua loucura.

A mãe, Wendy, é uma personagem muito mais morta, sem acção, completamente à mercê do marido, sem qualquer tipo de intervenção quando vê as coisas a funcionarem de forma errada. É completamente submissa e não é essa, de todo, a personalidade da Wendy-do-livro.

E ok, o Danny é um miúdo espero e não deixa de ser um miúdo mas nota-se muito mais infantil do que no livro. É a diferença em vermos que é uma criança especial que não deixando de ser criança tem uma sensibilidade diferente para as coisas e toma-as de forma mais séria do que seria normal, e de um miúdo bastante banal, até mais infantil do que seria de esperar para o tamanho e completamente apático. De chamar a atenção para a cena em que temos o moço a andar de triciclo pelo hotel, nas suas jardineiras e camisolinha vermelha. Deixo a imagem em baixo e digam-me que não se lembram de um boneco assassino muito conhecido nos anos 80... Eu não consegui pensar noutra coisa até que o raio do miúdo saiu do triciclo.



Para além disto a própria estrutura do filme está desconexa: é composta por diferente parte, começa com a entrevista para o emprega, passa para o primeiro dia no hotel e vai assim saltando de situação para situação por vezes sem um pingo de coerência ou ligação entre elas.

Há pontos positivos sim. A parte do rage deve-se em grande parte a ter visto filme assim que acabei de ler o livro e acho que isso é o pior que se pode fazer neste caso. São duas obras boas mas independentes. Cada um vale por si mas não tentemos misturá-los e muito menos compará-los.

O ponto mais positivo em todo o filme é uma imagem repetida ao longo do filme que é ao mesmo tempo marcante, bonita, bem feita e aterradora. é simplesmente uma imagem de um corredor, umas portas de elevador ao fundo e quando uma das portas se abre liberta uma onda enorme de sangue que se espalha pelo corredor e bate nas paredes fazendo um efeito visual lindíssimo, com um "sangue" muito realista (Tim Burton, you should learn something from this part!) e sem dúvida que é das cenas mais bonitas e bem feitas que vi num filme deste tipo.

Há pormenores neste filme que o fazem aterredor, momentos que sim senhor merecem toda a fama que o filme tem. Coisas simples mas que no contexto certo fazer eriçar o mais pequeno dos cabelinhos. As aparições aleatórias e estranhas das irmãs que ali morreram, o eco do bater das teclas da máquina de escrever, a banda sonora que não nos faz esquecer que estamos a ver um filme de onde nada bom virá, enfim, vários pormenores que criam um ambiente digno do filme que é. 

Talvez ter visto o filme antes de ler o livro – e vi mas foi há muitos muitos anos - teria sido uma boa jogada. Não são de todo parecidos e o filme como filme é bom, como adaptação não gosto e é das piores, se não a pior, que já vi. Senti que não há uma evolução como no livro, não há um contínuo, está tudo junto, demasiado junto e sem linha condutora. As coisas têm uma sequência e nada disso passou para o filme.

Para acabar e depois de muito me chatear com este filme tenho de deixar uma introdução à imagem que apanhei na net, de forma completamente aleatória e independente do filme mas que me fez rir um bom bocado e portanto quero falar da mítica cena do machado! Primeiro: isto tem muito mais emoção no livro. Segundo: tanta gritaria, senhora! E tão histérica. Ok, nunca tive o meu marido a tentar matar-me com um machado enquanto me escondia na casa de banho MAS ainda assim a senhora que me desculpe mas foi muito exagerado e pouco esperto! A Wendy no livro tem menos recursos e usa-os de forma inteligente. Enfim, eu fico com o Doge e vou tentar fazer as pazes com o Kubrick. Such Scare! Many murder!


quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

[leituras] The Shining



Título: The Shining
Autor: Stephen King
Páginas: 659
Ano: 1977


Há muito tempo que queria ler este livro. Considerado uma obra brilhante deste senhor que já só por si me entusiasma, tinha de ser lida. Agora que mo ofereceram não demorei mais de uma semana a começar a lê-lo e a fascinar-me com  a capacidade que King tem de me surpreender.

Aqui voltei a encontrar o factor paranormal muito presente, algo que por acaso não estava a contar. Temos uma família que vai tomar conta de um hotel durante os meses de inverno, tempo onde se encontra fechado. Mas este é um hotel com muita história, muita gente por lá passou e muitas situações estranhas também aconteceram dentro daquelas paredes.

O pai desta família tem historial de problemas e quem sabe se o frio não mexeria com os circuitos internos deste senhor. A juntar a isto o filho, uma criança sossegada e adorável, tem capacidades estranhas. Consegue ler mentes e comunicar mentalmente com algumas pessoas, com as mesmas capacidades dele.

Claro que as visões do pequeno Danny em conjunto com os circuitos fracos do pai, Jack, e o ambiente estranho do hotel teriam de fazer asneiras. Estamos a falar de cenas brutais e agressivas ao nível do Misery, ou talvez piores em muitos pontos. O único pormenor que me faz gostar mais do Misery para estas coisas é o facto de não ter paranormal envolvido ou seja, aqui há influências externas para o que se vai passando, no Misery é só pura loucura.

Mesmo assim gostei da maneira como o paranormal é tido aqui, a controlar completamente as pessoas, fazê-las agira de forma diferente mas com componentes bastante palpáveis. Ou seja, não são apenas macaquinhos na cabeça de quem lá anda, há realmente materializações, sons, confettis, bebidas e pessoas. O Hotel tem um vida própria e não deixa que ninguém fique indiferente à sua personalidade. Ok, é um livro muito esquizofrénico mas está bem escrito e bem pensado.

Eu gosto de sangue e tripas. King até costuma ser um senhor que quando fornece vísceras humanas até o faz bem. Aqui está um bocadinho exagerado em algumas partes mas confesso que é uma matança que dá gosto de ler. Entre facas, lâminas, marretas tudo serve para dar porrada em alguém. E mais: nunca acreditem que um tipo depois de levar imensa porrada e de ter uma faca cravada nas costas fica quieto! Não fica, ainda se mexe mais porque ficou chateado!

O fim disto não foi nada do que eu estava à espera e embora o meu lado sanguinário não tenha ficado satisfeito até dou de barato e digo que para a quantidade de cacetadas distribuídas naquele hotel é um bom fim e que junta o melhor de dois mundos: um fim semi-agradável com um fim não-completamente-feliz. Já não é mau!

Eu gostei imenso do livro, é uma boa história bem contada com momentos de suspense, de reviravolta, de nojo, de muita coisa. A escrita é de King, eu andei a ler este livro ao mesmo tempo que outro e em altura sem tempo. Em alturas mais livres sem grande coisa para ler isto lê-se que é um sonho. King tem essa magia de escrever coisas interessantes e sem grande peso. Boas histórias, bem contadas e que deslizam que é um sonho. Abençoado!

Logo acabadinha de ler este livro quero ver o filme, um Kubrick ainda por cima, com bastante fama. Vamos ver se faz juz ao livro ou se o consegue melhorar.





domingo, 28 de dezembro de 2014

EU OFEREÇO LIVROS!

Como bookworm que sou quero sempre mais livros.

Como bookworm que sou sou muito picuinhas com os meus livros.

Agora verdade seja dita: isto é um problema para quem está de fora! Ou alguém me conhece muito bem e atira ao livro certo -  e sim senhor, tem um pedacinho da minha alma reservado - ou agarra num livro que parece interessante e com a maior das probabilidades vai errar.

Isto dito assim até soa mal mas é muito verdade. A maior parte dos livros que mais se houve falar, que mais destaque têm são livros que pouco me interessam. Não é geral, felizmente ainda há Saramagos nas estantes e em promoções chamativas. King continua fortíssimo a lançar calhamaços que são adaptados para filme ou séries e as livrarias põe-no nas ilhas maiores. Há clássicos que não se perdem nos anos e continuam sempre nas estantes, em edições lindíssimas a chamar por quem quer que passe. Por isso não sou contra o que está à vista, mas a maior parte do que lá anda não me interessa minimamente. Não apreciei Ken Follet quando o li. Não posso ver a Margarida Rebelo Pinto à frente. James Patterson tem demasiados meandros de escrita estranhos para o meu gosto. Não gosto de sagas adolescentes maricas com vampiros e/ou lobisomens e/ou zombies com as meninas inocentes que se apaixonam e fazem coisas estúpidas ao longo de uma série de livros. Não sou fã de ler soft-porn para pessoas de meia idade. Nora Roberts, Sparks, Jodi Picoult, Lesley Pierce e livros afins até só pelas capas e invólucros me dão comichões e nunca li nenhum deles. Quem tem ido às livrarias nos últimos tempos percebe o que eu estou a falar.

É por aí que digo que não é assim fácil de acertar sem conhecer o bicho.

Mas quem é que já deu AQUELE LIVRO a alguém? Saber que aquele livro assim que for visto pela pessoa que o vai receber vai ser instantaneamente amado e preservado no cantinho mais bonito e lustroso que houver. Já viram os olhinhos de um bookworm que recebe um livro que realmente queria? É qualquer coisa de muito especial. É mais brilho do que se pode imaginar. É qualquer coisa de outro universo!

Eu já ofereci livros assim! E sempre que ofereço livros gosto que seja por isto, porque sei que vai ficar num cantinho muito especial daquela pessoa! E podem ter a certeza que fica mesmo.

Portanto tudo isto por um motivo muito simples: se conhecem um bookworm metam conversa com ele sobre livros - com muito cuidado, há fortes possibilidades de nunca mais ouvirem o silêncio, principalmente se essa pessoa não estiver habituada a ter com quem falar sobre isso, tenham mesmo muito cuidado! Descubram quais são aqueles livros ou aquele tipo de livros que o faz vibrar, que não deixa dúvidas para "Gosto ou não, pode ser engraçado e tal" - Não! Não chega! Aquele livro que faz com que naquele momento o mundo pare, os olhos brilham e só existem duas entidades no universo: livro e dono!

Essa pessoa vai ficar radiante e quem oferece fica também! Quando a paixão é mesmo forte nota-se e sabe tão bem ver alguém tão feliz. Gosto de acreditar que somos um nucleozinho engraçado que retira prazer de umas folhas de papel sujas com tinta. Não são muitos os que vêem o verdadeiro valor disso mas quando o vêem é inesquecível!

Já agora, se o bookworm que conhecerem for eu estão à vontade para falarem de livros. Qualquer que seja o tipo, não discrimino! Venham a mim os livros! E se quiserem saber quais os que gosto mais e ainda estão na lista... Bem, não perguntem, a minha lista ainda é maior que a dos típicos bookworm, nunca mais me calava! Morria afónica, mas feliz!