Título: Assassination Classroom (#2)
Autor: Yusei Matsui
Páginas: 200
Ano: 2012
Aos séculos que andava para ler este livro. Li o primeiro e fiquei super fã, mais que não seja porque o conceito é genial e quem me dera que a escola tivesse sido assim!
Neste segundo já não tive aquele fascínio inicial mas continuou a ser um belo dum livro.
As coisas aqui ficaram mais séries, mais adultas, já estamos a ver isto mais a fundo do que ser só uma turma a tentar matar o professor. Já temos envolvimento da escola, do contexto onde aquela turma se encontra, do que realmente anda em jogo e não.
O livro perde um pouco aquela piada da introdução de uma situação engraçada e caricata mas ganha pela profundidade que está a dar à história, não ficando só pelo conceito inicial. Agora isto pode ir para dois lados: fazem a coisa em condições e vamos descobrindo cada vez mais coisas e temos um mundo rico e interessante onde esta situação aconteceu e mexeu com coisas, ou por outro lado pode acontecer que tenham apenas o conceito inicial, metem-se por outros caminhos para preencher páginas e escrever mais uns livros mas no fim não se acrescenta em nada e começa a empapar. Espero bem que seja o primeiro caso, que seria um desperdício deixar esta história ir abaixo.
Sinceramente nem sei quantos livros há, só tenho visto estes dois - embora agora que penso nisso, acho que já vi o terceiro, em inglês, algures - mas quero muito continuar a acompanhar a história e ver no que dá isto. Agora até há uma professora de inglês / assassina profissional / mamalhuda que se juntou ao grupo. Isto tem potencial para ser muito bom!
Tenho de pegar no terceiro. A curiosidade extrema assim o obriga!
quarta-feira, 13 de abril de 2016
segunda-feira, 11 de abril de 2016
[leituras] Alex + Ada
Título: Alex + AdaAutor: Jonathan Luna, Sarah Vaughn
Páginas: 128
Ano: 2014
Há uns tempos que ando para ler isto. Acho que é a diferença no título que me desperta curiosidade, a par dos desenhos e das cores que prometiam alguma coisa de interessante.
Lendo o primeiro volume fiquei convencida para mais. Não é que seja o mesmo interesse que fiquei quando li Saga pela primeira vez, ou mais recentemente com Locke & Key, mas é um livro que cativa, num registo completamente diferente.
Porque isto tinha todo o potencial para eu não achar grande piada. é essencialmente uma história de sentimentos, seja humanos, seja robóticos ou entre os dois.
Alex é um moço sossegadinho que foi abandonado pela namorada sem mas nem menos. Ada é a andróide que a avó de Alex lhe comprou para ver se o anima. Ele não a quer e tenta devolvê-la, mas devolver algo / alguém não é assim tão fácil e acaba por ficar com ela. Numa altura em que problemas com andróides com vontades próprias começam a aparecer Alex sente-se descontente com a submissão completa de Ada - e com razão diga-se. Então dá o passo: retira o bloqueio que está programado nela para a fazer sentir, e ter a sua própria personalidade, mesmo isso sendo ilegal. E uma nova história pode começar.
Lá está: tanto potencial para não gostar disto. Histórias de amor entre humanos e robots? Outra vez? Mas até que me cativou, e fiquei curiosa para ver o que os volumes seguintes têm escondido. Até pode ser que a continuação seja super aborrecida, parecendo que não se isto deriva muito numa lamechada de amores proibidos, ou sei lá, não vou conseguir muito mais do que o segundo volume, mas até que tenho esperança que seja mais do que isso. Daqui a uns tempinhos já descubro.
sexta-feira, 8 de abril de 2016
[cinema] Slither
2006
Porque é que vi este filme? Recomendação. Porque é que foi recomendado? Porque foi visto algures na madrugada com uma pedra de todo o tamanho.
Eu vi isto e ora ria ora punha as mãos na cabeça e pensava: "Porquê?".
Enfim, um filmezinho com coisas esquisitas a acontecer e um CGI de qualidade macarrónica. Fez-me lembrar o The Fly, para ser sincera. Aquela maneira de apresentar uma história é qualquer coisa de especial. Aqueles efeitos, aquelas emoções todas à flor da pele de forma algo histérica e pouco convincente quando uma coisa estranha - muito muito estranha - acontece. Que bom.
Aqui há um bichinho qualquer vindo de um ponto algures no espaço que se lembra de vir para a terra e começar a possuir as pessoas. Primeiro entra barriga adentro por um moço, depois começa a multiplicar-se e umas lesmas cheias de gosma tinham de entrar pela boca das pessoas, fazê-las sangrar um bocado, morrerem e tal, para depois voltarem com o bicho alojado no cérebro e com vontade de dar trincas em toda a gente que passava. Divertido, não?
Tem o Nathan Fillion a ser awesome e por isso vale a pena, porque pronto, Nathan Fillion. Mas tirando isso o filme é bom para ver enquanto se comem toneladas de pipocas e: Ou se vê com amigos para rir das situações apresentadas Ou se vê com uma pedra digna das tantas da madrugada. Uma junção das duas opções é recomendada!
quarta-feira, 6 de abril de 2016
[Leituras] The Walking Dead (II)
Título: The Walking DeadArgumento: Robert Kirkman
Desenho: Tony Moore, Charlie Adlard
Páginas: 136
Ano: 2004 - 2016
Ok, segunda parte da maratona de Walking Dead que me deixou a ver zombies por tudo quanto é lado!
Já falei do choque de personalidades, e níveis de vivo ou morto, que há entre série e livro, mas agora que já sei em que pé está a série e em que pé estão os livros, os próximos episódios vão ser interessantes.
Sei quem está vivo e morto em ambos os casos, o que limita algumas das coisas que já vi nos livros. Mas também já sei os grandes momentos do que se passa. Será que os fazem na série?
O Negan que nos anda a atormentar na série... Eu sei o que acontece a seguir! Melhor: sei o que é suposto acontecer. Mas quero ver se o fazem, ou não.
O certo é que esta saga, tanto em livros como e série tem potencial para continuar ainda por mais uns tempos longos. Em formato de série começa a cansar um pouco, com muita probabilidade, a não ser que façam um twist qualquer que dê novo fôlego à história para além de matarem zombies e tentarem viver da forma mais normal possível.
Tenho esperanças que o façam, porque pelo que vejo este pessoal tem boas ideias e faz coisas muito porreiras.
Aliás, estou mortinha por ver como vão fazer umas coisas daqui a uns tempos. Se eles forem espertos Walking Dead tem capacidade para ser uma série do mais hardcore que anda aí, é que basta eles quererem, que há cenas que ficavam lindas. Agora vamos ver o que decidem na adaptação. Se forem cá dos meus fazem a coisa bem creepy. E era tão bom!
A temporada está a acabar, se não acabou ainda - eu é que estou um bocadinho atrasada - e agora são uns meses até à próxima leva, mas ainda assim, a expectativa vai manter-se alta!
segunda-feira, 4 de abril de 2016
[leituras] The Walking Dead (I)
Título: The Walking DeadArgumento: Robert Kirkman
Desenho: Tony Moore, Charlie Adlard
Páginas: 136
Ano: 2004 - 2016
Bem, estou na ressaca de 25 livros de Zombies. A semana passada foi de ressaca! Nem sem bem por onde começar.
Vou fazer dois posts para não ser gigante porque se me ponho a escrever tudo acho que vai sair alguma coisa gigante até mais não.
Enfim, A série comecei a acompanhar logo no início, os livros tentei ler há uns tempos mas depois do quinto, acho eu, deu-me a preguiça de continuar. Desta vez foram os 25, seguidinhos que foi uma coisa parva.
Enfim, após 25 livros de Zombies e fazendo a comparação de tudo e mais alguma coisa fiquei com muitas ideias na cabeça e muitas opiniões sobre esta saga.
O contraste daquilo que se vê nas personagens criadas na série - que foi a minha base - com aquilo que agora vi nos livros foi gigante. Há imensas trocas entre vivos e mortos, e as personalidades são bem diferentes daquilo que estaria a contar.
A Michone, por exemplo, é uma tipa toda badass que tem uma postura essencialmente de "Deixem-me sossegada" que bate de frente com uma tipa muito carente e insegura que mesmo sendo boa na katanada precisa de andar atrás de todos os homens de cor mais escura que aparecem. Todos! Sem excepção. Agora nos últimos tempos a série até tem puxado a um lado mais sensível da moça, sim senhor, e aproxima-a dos livros mas o início da Michonne na série é muito diferente do que se vê nos livros.
A Carol é o caso pior. A Rainha do apocalipse zombie que vemos na séria não tem nada - mas nada de nada - a ver com a drama queen que se vê nos livros. Completamente alucinada e a precisar de muita atenção e carinho. As atitudes que tem, de uma forma geral, são de alguém com pouca capacidade para lidar com adversidades e que portanto as contorna de formas que só na própria cabeça fazem sentido. Isto tem alguma coisa a ver com a tipa que tem arranjado forma de os salvar de quase todas as vezes que alguma coisa corre mal? Pois que não. Team Carol da série!
Ao menos o Carl é irritante em ambos os sítios. O Rick anda mais estropiado nos livros mas é sempre chalupa, saltando-lhe a tampa com mais frequência e de forma mais hardcore do que seria de esperar de um líder. A Maggie é mais imatura e menos ponderada do que na série, gosto das duas perspectivas.
Voltei a encontrar personagens que sempre me irritaram, também, e que não mudaram por ler os livros, fosse o Shane ou a Andrea, por exemplo.
Fiquei foi muito curiosa para ver a série nesta nova posição, porque até aqui tudo o que me aparecia era completa novidade, e mesmo que fugisse aos livros eu não dava por ela. Mas agora sei o que é suposto acontecer. E sei de muita coisa que já não pode ser como nos livros porque já não é possível com as voltas que fizeram na adaptação. Mas como será que vão ser os próximos desenvolvimentos?
segunda-feira, 21 de março de 2016
[leituras] Locke & Key: Welcome to Lovecraft (Volume 1)
Título: Locke & Key: Welcome to Lovecraft Argumento: Joe Hill
Desenho: Gabriel Rodriguez
Páginas: 168
Ano: 2008
Aqui há já uns tempos comprei o primeiro comic deste Locke & Key. Li e gostei da premissa mas era tão pouquinho que deixou só a ideia de que tinha de ler mais para saber se correspondia às expectativas. Agora que li: isto é muito bom!
É um livro brutal, em todos os sentidos da palavra, onde uma família é apanhada em tragédia quando um jovem mata o Pai da família. A família é obrigada a mudar de casa e vai viver exactamente para a fonte de todos os problemas: Keyhouse, em Lovecraft, Massachussets.
E a base é mais complexa do que isto, mas fica só aquilo que vi logo no primeiro comic e que me deixou curiosa só por si: há uma chave que abre uma porta que quando alguém passa por lá deixa o corpo para trás e vira fantasma. Voltando a atravessa a porta, o "espírito" volta ao corpo e logo à vida.
É só a premissa, digamos. O certo é que este livro vale muito a pena. Adiei durante muito tempo esta leitura mas vejo que filho de peixe sabe nadar e Joe Hill tem muito para me contar, assim como já o pai contou, conta e continuará a contar.
Por último chamar a atenção para a arte que é muito boa. Num estilo de cor forte, de grande contraste, que estou habituada a associar com o Pizzaboy, adaptando cores e destaque com a situação que vamos acompanhando. Detalhe magnífico, consegue transmitir as emoções todas, perfeitamente conciliado com o argumento.
Mais uma saga para acompanhar, sem dúvida. Destas coisas que andam por aí tenho tido óptimas experiências. E sabe bem... Mas bem!
sexta-feira, 18 de março de 2016
[leituras] Pena e Osso - As Crónicas do Corvo : O Julgamento
Título: Pena e Osso - As Crónicas do Corvo : O JulgamentoAutor: Clem Martini
Páginas: 232
Ano: 2006
Cheguei ao fim de mais uma aventura literária. Depois de uns dois ou três anos com esta colecção na prateleira decidi-me a ler e gostei do que li.
O primeiro e o segundo cativaram-me e este não desiludiu. Aliás, a história é muito seguida e tudo isto funcionava maravilhosamente num livro apenas. Não consigo dizer que gostei mais de um livro ou do outro: eu gostei da história que me contaram, foi em três livros, sim, mas a história foi só uma.
São livros simples mas completos. Têm uma escrita muito clara, óptima para a juventude, mas a história bem lida tem mais do que uma simples trama entre pássaros. Neste terceiro livro chegamos a um confronto mais directo entre dois bandos rivais. Isto enquanto vamos descobrindo detalhes cada vez mais fundos na sociedade que existe entre os Corvos.
Os livros podem ser simples e podem ser juvenis mas dentro desta simplicidade consigo ver uma beleza interessante, e mais do que isso, vejo uma história bem contada e bem construída. E não é tudo rosas: a realidade é posta de forma muito directa, seja com morte, seja com intrigas e mesquinhez. Aliás, qual Martin isto morrem que nem tordos... Ah, que piada tão boa! Enfim, perdoem a minha doidice. Mas é corvos a morrer de doença, a morrer aos bicos e garras de outros corvos, a morrer com mochos, a morrer pelos humanos, enfim, morre-se muito nestes livros.
Afinal estes três livrinhos não são apenas coloridos e ficam bem na prateleira, são uma boa leitura que me deu um gosto especial. Nem sempre as leituras mais eruditas nos interessam ou são a leitura certa para determinada altura. Estes três livros, simples e fáceis de ler como são, foram a leitura certa para agora. Livros rápidos de ler, levezinhos mas que valem a pena!
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