segunda-feira, 29 de junho de 2015

[leituras] Age of Ultron

Título: Age of Ultron
Argumento: Brian Michael Bendis
Desenhos: Butch Guice, Bryan Hitch, Brandon Paterson, Carlos Pacheco
Páginas: 456
Ano: 2013

Ia ver o filme dos Avengers e tal, lembrei-me que tinha isto guardado para ler e decidi-me a pegar-lhe. Como é coisa pouca é fácil de ler e despachava mais uma das coisas que vão ficando por aqui.

E é tão mediano! Eu a contar com coisas bem porreiras, mega potencial para acontecerem coisas giras e fica tão aquém daquilo que poderia realmente ser.

É bastante dispensável, tanto antes de ver o filme, como depois, como sempre. 

É engraçado e tem momentos curiosos mas não traz grande coisa de novo e muito menos é alguma coisa de fascinante. Tem evolução de história e consegue ser bem porreiro, lê-se bem mas como alguém que gosta de ler estas coisas e assimilar uma boa porção de coisinhas e avanços e afins aqui há pouco disso. Podia ter sido mais bem explorado e ficava aqui qualquer coisa.

Mas verdade seja dita, lê-se bem, as ilustrações são bem porreiras e a história está bem escrita. Não pega é muito. 

Enfim, o filme é melhor, mais que não seja pelas gargalhadas todas que me roubou!




domingo, 28 de junho de 2015

Internet Attack (XIX)

Há pessoas que não têm muito que fazer, depois lembram-se de fazer louça estranha e creepy como o catano! Imaginem-se a estar com aquele sono tremendo mas acordam a meio da noite cheios de sede... E o copo que apanham é desta raça:


Sem problema não é? Não é nada estranho e/ou creepy, pois não? Ok, eu tenho um dom para apanhar estas coisas pelas internets mas ainda assim há quem seja pior do que eu e que as faz!


Por muito estranho que seja este bule com dedos até gosto. Era coisa para ficar bem numa mesa minha a deixar toda a gente que por lá passasse muito desconfortável. My kind of stuff!

Agora, eu gosto do Japão, acho um país fascinante, com uma cultura muito interessante, costumes curiosos e acabo por ter uma vontade terrível de lá ir passar uma temporada. Agora ainda mais. Porquê?


Isto, meus amigos, é um Candy Rocket! Yap, o combustível que isto usa são rebuçados, chupas e guloseimas afins! Isto é genial! Há muito puto gordo a gritar: NOOOOOOOOOOOOOOOO mas só vos faz é bem, são menos doces que podem meter para o bucho!

Ah, japoneses... Eu quero ver isto ao vivo um dia! Um dia!

Até lá posso divertir-me a tentar encontrar bares muito bens escondidos. Parece que é uma cena, ter entradas de bares atrás de portas de frigorífico e estranhezas afins. Eu confesso que acho que é genial e ainda tenho de arranjar um sítio destes onde possa - e me interesse - ir. A ideia é original e ligeiramente bom-creepy!


bares bem escondidinhos: http://io9.com/these-incredible-bars-are-hidden-behind-secret-entrance-1688421879?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+io9%2Ffull+%28io9%29


sexta-feira, 26 de junho de 2015

[leituras] The Killing Joke

(estou a acumular muitas leituras que precisam de ser escoadas e como não tenho visto grande coisa de filmes e afins vou eclipsar temporariamente as coisas de sexta feira para dar vazão às leituras! Bora lá!)

Título: The Killing Joke
Argumento: Alan Moore
Desenho: Brian Bolland
Páginas: 48
Ano: 1988

Eu tenho um fascínio pelo Joker. Venham lá os herois todos, quem quer que seja, juntem-se os vilões mais hardcore lá pelo meio, e há sempre quem se destaque, e é sempre este sacana branquinho com cabelo à Maria José Valério.

É o tipo de louco que eu gosto: estupidamente inteligente e sem limites derivados da sua loucura. Não há melhor! Interessante, mórbido, cru, o que queiram, os jogos e peripécias do tipo são qualquer coisa de muito boa!

Neste The Killing Joke (ou Piada Mortal) temos um daqueles joguinhos horríveis e maléficos que vemos a ser construído e concretizado. E que bem!

Comprar um parque de diversões abandonado e decrépito só para brincar um bocadinho. Mata-se quem for preciso pelo meio, mais uns sorrisos no mundo não fazem mal a ninguém, certo? Isto é uma coisinha ínfima, 48 páginas apenas e está aqui uma obra absolutamente genial! Bem construida, misturando a origem do Joker com a loucura actual da criatura. Vemos as engrenagens a funcionar na perfeição quando quer alguma coisa. 

Eu acho que no fundo o Batman é assim carrancudo porque gostava de ter o estilo do Joker, tenho para mim que é isso! Mas nem o Batman nem ninguém! Isto é das melhores personagens que já vi e neste pequeno livro temos vários dos pontos que o fazem ser tão bom!

Quão fácil é enlouquecer alguém? Porque é que o Joker é este maníaco que é? 

Um livro que tem um argumento maravilhoso - diga-se que Alan Moore ainda nunca me falhou - e a arte é igualmente maravilhosa o que resulta num livro fantástico a vários níveis. 

No fim disto tudo ao menos não nos esqueçamos:

"A Loucura é a Saída de Emergência!" 


quarta-feira, 24 de junho de 2015

[leituras] Em busca de Peter Pan

Título: Em Busca de Peter Pan
Autor: Cosey
Páginas: 136
Ano: 1984

Este é daqueles livros que abri às cegas. Apareceu-me nas mãos e vamos lá ver o que sai daqui. O título deixava-me curiosa, a capa não me dizia grande coisa mas vamos lá descobrir mais um pouquinho.

É um livro muito calminho, sem grandes surpresas ou emoções, é daqueles livros que é interessante o suficiente para prender a leitura e manter-nos ali agarrados à história, mas não emocionante o suficiente para nos empolgarmos realmente com aquilo. É uma leitura boa para uma tarde onde queiramos essencialmente sossego.

E verdade seja dita: a paisagem por onde temos a história também incita a isso. Um manto de neve para onde quer que se olhe é qualquer coisa fofa (literalmente) e sossegada (tirando em modo avalanche).

E a história acaba por apanhar uma aldeia em perigo por causa da neve ao mesmo tempo que um fugitivo simpático por lá se passeia e faz passear polícias de vez em quando. Túneis secretos, amizades curiosas, espaço branco sem fim, é um livro muito curioso e bonito de se ler.

Confesso que este é daqueles que precisa de uma segunda volta, ler uma outra vez, passados uns meses para assimilar completamente não só os detalhes da história como também para apreciar melhor a arte que a acompanha. 


segunda-feira, 22 de junho de 2015

[leituras] Sharaz-De

Título: Sharaz-De
Autor: Sergio Toppi
Páginas: 224
Ano: 1984

Esta capa deixou-me curiosa. As ilustrações são muito cheias, com muita coisa a acontecer numa imagem, que nunca é só uma imagem. Fiquei curiosa sobre como é que isso seria mantido ao longo de um livro inteiro e este ponto foi dos que acabei por gostar mais. 

Mas bem, a história já não é nova: um rei que é traído pela sua mulher e que a partir desse momento decreta uma nova lei: todas as mulheres jovens são para lhe ser oferecidas, uma por noite, com a condição de que na manhã seguinte serão mortas. Parece justo. E como é o rei que manda tem de ser.

Lá começa a haver escassez de moças – pudera – até que há uma que se candidata com a ideia de que conseguiria sobreviver à vontade do rei. Como? À base do contar de histórias. Todas as noites uma nova e o rei não queria ficar sem histórias por isso não podia ficar sem Sharaz-De. Golpe esperto, sim senhor, moça!

O mal disto é acabar por pecar pela repetição. É tudo muito engraçado, as histórias são interessantes e curiosas mas o livro é enorme e acaba por ser sempre mais do mesmo, over and over again. Torna-se um bocado complicado de não chatear de ler sempre a mesma situação com pequenas variantes!

As histórias não são todas iguais, são interessantes e tal mas mais de 200 páginas nisto cansa. Percebe-se bem a ideia do que a moça está a fazer, bastava contar 5 ou 6, não são precisas 200 páginas disso. 

Gostei de ler o livro mas acabá-lo foi um suplício. Aquilo cansa um bocado. Mesmo as ilustrações que me prendiam e que me deixavam por uns minutos a olhar para a mesma página já me chateavam lá pelo meio. São muito trabalhadas, a história é uma óptima mistura entre texto e ilustração, complementam-se de forma muito especial e só com as ilustrações seguimos uma linha de pensamento bem definida e que nos conta qualquer coisa.

Portanto sim, é um livro giro e gostei de o ler mas lá que foi penoso, isso foi! 


domingo, 21 de junho de 2015

Internet Attack (XVIII)

Há pessoas sozinhas não é? E depois há um nível de solidão e tristeza extrema:


Eu quando apanhei isto enquanto andava a passear-me pela internet achei tão profundamente triste! Interessante pelos nerdzinhos que se lembraram de fazer isto ao pobre robot mas vá lá, é mauzinho para a pobre Curiosity!

Enfim, animemos com coisas giras que eu gosto:



Escrever uma saga não há-de ser fácil e J.K. Rowling ainda escreveu 7 livros dentro do mesmo mundo com umas poucas de coisas a acontecer.

Esse emaranhado de coisas escritas é a "organização" delas dos plots dos livros. Awesome? Claro que sim!!! Tenho de reler isto, ando com umas saudades ... ... ...

E destas coisas quando apanho gosto sempre:



Minimal posters! Estes até nem são dos que mais me chamaram mas a onda preto no branco cai bem e eu incentivo estas coisas. Ficam tão interessantes - quando bem feitas, vá - e alguns davam umas capas que sim senhor!






sexta-feira, 19 de junho de 2015

[cinema] The Best Exotic Marigold Hotel

Título: The Best Exotic Marigold Hotel
Realização: John Madden
Argumento: Ol Parker, Deborah Moggach
Elenco: Judi Dench, Bill Nighy, Maggie Smith, Penelope Wilton
Duração: 124 min
Ano: 2011

Trailer

Eu, assim como toda a gente, tenho actores que gosto mais ou menos. Curioso foi encontrar um filme divertido com uns poucos daqueles que mais gosto aqui reunidos!

Um filme assumidamente geriátrico, na Índia, mas com nomes demasiado bons para ser ignorado. Andava já há imenso tempo para o ver, entretanto vi que já havia um segundo e peguei neste - sou assim, não vale a pena.

É claramente um filme levezinho, meio comédia romântica, meio palerma, com personagens maravilhosas, muito divertidas e muito bem apanhadas. Verdade seja dita: não haviam de falhar muito. 

O hotel que começa decrépito reconstroi-se ao mesmo tempo que as vidas e vivências de cada um dos seus hóspedes e é bastante curiosa a maneira como isso acontece nos diferentes casos. É um filme para relaxar, para rir, para distrair. Não é um graaande filme nem é suposto, é uma coisa suave para se ver e descansar. E nesse campo é extraordinário.