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sexta-feira, 12 de junho de 2015

[cinema] Avengers: Age of Ultron

Título: Avengers: Age of Ultron
Realizador: Joss Whedon
Argumento: Joss Whedon, Stan Lee, Jack Kirby
Elenco: Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner
Duração: 141 min
Ano: 2015

Trailer

Ora bem, Avengers. Primeiro, eu gosto dos tipos, são um grupo porreiro embora não ache especial piada a uma boa parte. MAS! até alguns que me costumam chatear estiveram bem no filme.

Todo o filme vem das brincadeiras que Stark e Banner se metem a fazer com aquilo que não conhecem. Pam Pam Pam! Nasceu um monstro horrível e mega forte e hardcore que nos quer matar a todos! Nunca é um tipo porreiro que vem para ajudar, é sempre para exterminar a raça humana... Enfim.

O filme é basicamente isso, uma tentativa de parar o mal feito, uma data de marmanjos a tentar conter Ultron, um ser com um bom sentido de humor e que à parte de nos querer matar e essas coisas todas, até parece ser um tipo às direitas. 

Mas para ser completamente sincera o filme em história não ganha muito. Ok, está bem feito, a história é interessante e eu gostei imenso MAS o filme é tão estupidamente engraçado!

Eu não sei quantas vezes acabei por me matar a rir durante o filme (o "Bip Bip" da Black Widow matou-me, fiquei o resto do filme a rir com aquela bodega, e é um pormenor tão simples e palerma). E lá está, eu sou fã do Stark, Banner, abomino o Capitão América, não sou fã da Black Widow e do Hawkeye, gosto do Thor. Desta gente toda só o Capitãozeco é que continuou aborrecido e desinteressante. Todos os outros, num momento ou noutro foram porreiros ou divertidos. Só por aí foi um ponto fortíssimo do filme para a minha pessoa. 

E agora estes dois irmãozinhos novos ainda têm de me conquistar. Têm potencial mas por agora não me convenceram, vejamos o que farão nas proximidades.

Para acabar, eu já gostava do Vision de outras andanças e fiquei contente com o que fizeram dele no filme. Este filme abriu aqui muitas portas para acontecerem coisas absolutamente maravilhosas. Marvel, não desperdices isto! Vá lá!




sexta-feira, 10 de outubro de 2014

[cinema] Lucy




Título: Lucy

Realização: Luc Besson
Argumento: Luc Besson
Elenco: Scarlett Johansson, Morgan Freeman


Ultimamente não tem havido grande coisa em cinema que me tenha chamado a atenção. Este foi o último que me chamou e lá fui matar as saudades da sétima arte.

Poucos serão os que dirão que não conhecem este filme, foi bastante publicitado e a sua premissa é um dos mitos que muita gente acredita ser verdade.

Assumindo ainda assim que alguém não chegou a tomar conhecimento do que se trata neste filme a ideia é bastante simples: crê-se que apenas usemos, como seres humanos, 10% da capacidade cerebral que temos. Mas se já fazemos tanto com apenas uma ninharia o que aconteceria se conseguíssemos acesso a 20%? E 30%? E 50%? E 100%?

Alguém desenvolve uma droga capaz de "libertar" o nosso cérebro e seria a próxima moda em droguinhas porreiras para deixar o pessoal meio abananado para o que agora se chama "divertir com os amigos" - ou seja, estados de semi inconsciência para mais tarde não recordar #yolo. (Para os possíveis Sheldon deste mundo: isto foi sarcasmo!)

Para fazer o transporte da dita substância precisam das "mulas" que recrutam no meio de Taipé, ou pelo menos assim foi com a nossa Lucy. Enganada por um suposto amigo vê no meio de sangue e morte e acorda com um saco de droga dentro do estômago. Só que o saco rebenta dentro dela e a fuga faz com que o seu cérebro seja a experiência necessária para responder à pergunta que fizemos ao início.

Ao menos isto tem um bom fim: chamar o Morgan Freeman! Só pela voz do senhor valia a pena ver o filme que aquilo é só estilo.

Eu acabei por gostar bastante do filme, de uma forma geral. O ponto aqui é que tenho de me esquecer que sou uma rapariga das ciências e que sei que metade daquilo não faz o mais pequeno sentido. Mas tirando isso o filme é fantástico! Se conseguisse fazer um reset à minha mente este filme teria sido uma coisa muito muito boa. Assim não dá. Tenho a cabeça demasiado formatada para aceitar tudo aquilo.  Bem que me tinham avisado que a ignorância era uma bênção.

Antes de ver o filme vi uma entrevista com o realizador, Luc Besson, onde ele dizia que fazer um filme deste tipo direccionado para adultos não é fácil, é um público exigente e acaba por haver poucos corajosos a aventurar-se a fazer estas coisas. Ele, como adulto cinéfilo que é, sabe o que quer ver quando vai ao cinema e então faz os filmes nessa linha de pensamento. Sem dúvida que os últimos trabalhos que tenho visto deste senhor me têm deixado satisfeita e acho que ainda terá potencial para se aventurar para mais coisas melhores ainda.

Neste caso, e para acabar, gostei imenso do filme - tirando o fim, não fez sentido!, mas pessoal de ciências: reduzam o grau de exigência científica.