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sexta-feira, 22 de abril de 2016

[series] The Escape Artist



Eu sou muito fã de David Tennant. Conheci-o entre Doctor Who e Harry Potter e desde aí que nunca apanhei algum trabalho dele que fosse abaixo de bom.

Há uns tempos vi a mini série do Casanova e fiquei rendida, entre ele e o T. Davies. Desta vez foi uma recomendação amiga já que eu nem sabia que existia.

Desta vez sem ser um galifão ou um bobo da corte - mas correndo tanto como me habituou em DW - mas sim um advogado conceituado e um pai de família.

Advogado sem nunca perder um caso, mulher e filho em casa e adepto do "toda a gente merece ser defendido". O problema vem de conseguir deixar solto alguém que não o merece, e quais as consequências disso.

E uma serie de três episódios que se vê estupidamente bem e que cativa mais do que o que estaria a contar. O Tennant em modo pai adorável também ganha muitos pontos.

De qualquer das formas, é uma série muito interessante, bem escrita, bem pensada, bem representada e que mostra que este formato de mini-séries tem potencial para ser algo realmente bom. Não é cansativo, são só 3 episódios, mas é cativante. Há mais duas ou três com o Tennant que ainda hei-de ver. E não tenho grandes dúvidas de que serão muito boas!

sexta-feira, 15 de abril de 2016

[series] Steins;Gate


25 episódios
2011

Já me apontaram que sou mais uma das pessoas que vê muito anime. Até nem concordo, vejo anime como vejo outras coisas, mas já que vou tendo recomendações de coisas interessantes, os episódios são pequenitos e as temporadas também não costumam ser grandes, uma pessoa aproveita que tempo é coisa preciosa!

Esta até acho que foi o Sr. meu namorado que sugeriu e nem sei bem o que li que me fez ver mas o certo é que quando comecei, realmente, a pegar nos episódios, não fazia ideia do que me esperava.

Mad Scientists, é sobre isso que é esta série. Um tipo com um espírito muito engenhocas que tem protótipos para tudo e mais alguma coisa que sai daquela cabeça. Sé que no meio daquilo tudo consegue arranjar maneira de criar um microondas com capacidade de enviar mensagens no tempo. Sim, ele manda uma mensagem enquanto o microondas está a funcionar, com determinados parametros certos para ir para onde é desejado e consegue andar com essa mensagem no tempo. O melhor é que mandando a mensagem certa, ou errada, muita coisa consegue mudar.

Portanto sim: é mais uma série sobre viagens no tempo e os seus perigos. Mas agora a um nível amador, num grupo de amigos, e com a percepção de que tentando melhorar de uns lados se piora de outros, e que muitas trocas podem dar asneira, mesmo que pareçam muito pequeninas.

Seja por ter personagens adoráveis, que as tem, seja pela loucura do Mad Scientist - ou Okarin - o certo é que fiquei fã. É bem giro. E entretém decentemente. Valeu a pena e aconselho a quem queira uma coisinha pequenita para ver,

quarta-feira, 6 de abril de 2016

[Leituras] The Walking Dead (II)

Título: The Walking Dead
Argumento: Robert Kirkman
Desenho: Tony Moore, Charlie Adlard
Páginas: 136 
Ano: 2004 - 2016

Ok, segunda parte da maratona de Walking Dead que me deixou a ver zombies por tudo quanto é lado!

Já falei do choque de personalidades, e níveis de vivo ou morto, que há entre série e livro, mas agora que já sei em que pé está a série e em que pé estão os livros, os próximos episódios vão ser interessantes.

Sei quem está vivo e morto em ambos os casos, o que limita algumas das coisas que já vi nos livros. Mas também já sei os grandes momentos do que se passa. Será que os fazem na série?

O Negan que nos anda a atormentar na série... Eu sei o que acontece a seguir! Melhor: sei o que é suposto acontecer. Mas quero ver se o fazem, ou não.

O certo é que esta saga, tanto em livros como e série tem potencial para continuar ainda por mais uns tempos longos. Em formato de série começa a cansar um pouco, com muita probabilidade, a não ser que façam um twist qualquer que dê novo fôlego à história para além de matarem zombies e tentarem viver da forma mais normal possível.

Tenho esperanças que o façam, porque pelo que vejo este pessoal tem boas ideias e faz coisas muito porreiras.

Aliás, estou mortinha por ver como vão fazer umas coisas daqui a uns tempos. Se eles forem espertos Walking Dead tem capacidade para ser uma série do mais hardcore que anda aí, é que basta eles quererem, que há cenas que ficavam lindas. Agora vamos ver o que decidem na adaptação. Se forem cá dos meus fazem a coisa bem creepy. E era tão bom!

A temporada está a acabar, se não acabou ainda - eu é que estou um bocadinho atrasada - e agora são uns meses até à próxima leva, mas ainda assim, a expectativa vai manter-se alta!

segunda-feira, 4 de abril de 2016

[leituras] The Walking Dead (I)

Título: The Walking Dead
Argumento: Robert Kirkman
Desenho: Tony Moore, Charlie Adlard
Páginas: 136 
Ano: 2004 - 2016

Bem, estou na ressaca de 25 livros de Zombies. A semana passada foi de ressaca! Nem sem bem por onde começar.

Vou fazer dois posts para não ser gigante porque se me ponho a escrever tudo acho que vai sair alguma coisa gigante até mais não.

Enfim, A série comecei a acompanhar logo no início, os livros tentei ler há uns tempos mas depois do quinto, acho eu, deu-me a preguiça de continuar. Desta vez foram os 25, seguidinhos que foi uma coisa parva.

Enfim, após 25 livros de Zombies e fazendo a comparação de tudo e mais alguma coisa fiquei com muitas ideias na cabeça e muitas opiniões sobre esta saga.

O contraste daquilo que se vê nas personagens criadas na série - que foi a minha base - com aquilo que agora vi nos livros foi gigante. Há imensas trocas entre vivos e mortos, e as personalidades são bem diferentes daquilo que estaria a contar.

A Michone, por exemplo, é uma tipa toda badass que tem uma postura essencialmente de "Deixem-me sossegada" que bate de frente com uma tipa muito carente e insegura que mesmo sendo boa na katanada precisa de andar atrás de todos os homens de cor mais escura que aparecem. Todos! Sem excepção. Agora nos últimos tempos a série até tem puxado a um lado mais sensível da moça, sim senhor, e aproxima-a dos livros mas o início da Michonne na série é muito diferente do que se vê nos livros.

A Carol é o caso pior. A Rainha do apocalipse zombie que vemos na séria não tem nada - mas nada de nada - a ver com a drama queen que se vê nos livros. Completamente alucinada e a precisar de muita atenção e carinho. As atitudes que tem, de uma forma geral, são de alguém com pouca capacidade para lidar com adversidades e que portanto as contorna de formas que só na própria cabeça fazem sentido. Isto tem alguma coisa a ver com a tipa que tem arranjado forma de os salvar de quase todas as vezes que alguma coisa corre mal? Pois que não. Team Carol da série!

Ao menos o Carl é irritante em ambos os sítios. O Rick anda mais estropiado nos livros mas é sempre chalupa, saltando-lhe a tampa com mais frequência e de forma mais hardcore do que seria de esperar de um líder. A Maggie é mais imatura e menos ponderada do que na série, gosto das duas perspectivas.

Voltei a encontrar personagens que sempre me irritaram, também, e que não mudaram por ler os livros, fosse o Shane ou a Andrea, por exemplo.

Fiquei foi muito curiosa para ver a série nesta nova posição, porque até aqui tudo o que me aparecia era completa novidade, e mesmo que fugisse aos livros eu não dava por ela. Mas agora sei o que é suposto acontecer. E sei de muita coisa que já não pode ser como nos livros porque já não é possível com as voltas que fizeram na adaptação. Mas como será que vão ser os próximos desenvolvimentos?



sexta-feira, 11 de março de 2016

[series] Blackadder - Back and Forth


Depois de ter visto a série esqueci-me de ver este episódio especial. Tem apenas 30 minutos mas é um belo dum episódio.

Depois de durante as temporadas termos visto várias épocas, várias personagens e diferentes objectivos a cada episódio, aqui chegamos a um ponto em que juntamos todas as personagens que conhecemos à volta da mesa e é aí que Blackadder anuncia que construiu uma máquina do tempo - qual Doctor - e que pode ir a qualquer altura que se queira.

Conhecendo a personagem ao longo de quatro temporadas era fácil de perceber que era tudo uma trapaça, mas tal como fomos habituados a trapaça acaba por dar à volta à situação. Baldrick mesmo sem ler construi a máquina do tempo, que afinal não é só uma caixa de madeira, funciona mesmo.

E é assim que começa uma série de aventuras, desde a extinção dos dinossauros, até ao desaparecimento de Shakespeare da História da Literatura. É um episódio engraçado, que poderia perfeitamente funcionar sozinho, mas que depois de ver tudo o que existe de Blackadder ganha uma outra piada, mais que não seja por já conhecermos bem as personagens que nos são apresentadas.

Enfim, é um óptima maneira de acabar o ciclo desta série. No meio de tudo foi engraçado e deu-me vários momentos de bom riso.

sexta-feira, 4 de março de 2016

[series] Blackadder

IMDB 1
IMBD 2
IMDB 3
IMDB 4

Muito fui chateada por causa desta série. Já a tenho há uns dois ou três anos por influências da minha cara metade, e ainda tentei pegar nela há uns tempos mas a coisa não pegou. Desta vez, como são episódios pequenos, e só a primeira temporada é que é mais difícil de ultrapassar a coisa até se fez bem.

E bem, vale muito a pena, é verdade! São quatro temporadas, cada uma seguindo o mesmo mote mas como se se quatro séries diferentes se tratasse.

A primeira, a única escrita pelo actor principal Rowan Atkinson, é um bocadito a dar para o má. É engraçada, entretém mas não é fascinante. Temos um filho de rei que é essencialmente um mimado irritante, com dois ajudantes: Percy, um tipo especialmente burro, e Baldrick um tipo que é o único que pensa no meio daquilo tudo! Na segunda andam de roda da Rainha - que já não tem nada a ver com a primeira série, apenas se repetem actores e se mantém o nome Blackadder - sempre em busca de dinheiro e poder. Boldric tem um percurso completamente inverso ao de Blackadder: enquanto este último ganha inteligência o primeiro perde-a e fica cada vez mais um ser desprezado e posto de lado. Percy por sua vez, muda de temporada para temporada mas mantém sempre o papel aparvalhado, seja ele o que for. A terceira temporada já conta com Hugh Laurie, e a ligação com Atkinson é genial, são ambos actores bem engraçados (talvez até goste mais de Laurie do que de Atkinson) e por fim, na quarta, temos a guerra, também com Laurie ao lado de Atkinson.

Stephen Fry vai aparecendo lá pelo meio - e ainda bem! Na segunda temporada temos uma rainha que também fez, uns anos mais tarde, de Rita Skeeter. Temos muita gente que aparece essencialmente a partir da segunda temporada e que nada o fazia esperar depois de ver a primeira. Mas foi óptimo, entenda-se. A primeira temporada é mazinha, por aqueles episódios não valia a pena continuar, mas com a nova roupagem ficou bem mais interessante.

E pronto, já vi Blackadder! Foi desta!

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

[series] Courage


E lá acabei isto! Nunca que estava a contar que fosse tão grande. Mas o sacana do cão roxo tem mais aventuras para contar do que aquelas que se esperava. Especialmente sendo ele um cão, não é?

Mas o certo é que é uma série engraçada, um bocadinho repetitiva mas que ainda assim consegue surpreender. Vão arranjar das coisas menos apropriadas para uma série de animação que nos consigamos lembrar. Há muito bom filme que merecia aprender umas coisas com estes senhores.

A série é grande mas os episódios são ínfimos, e são o ideal para ver num intervalo, ou quando já não dá mais porque já estamos com os olhos fora das órbitas, seja lá porque motivo for. 10 minutinhos apenas e as coisas amenizam. A Muriel é adorável e fofinha, o Eustace um velho rezingão como há muitos por aí. E depois há o Courage, maltratado pelo Eustace, adorado pela Muriel e que acaba sempre por salvar o dia!

Portanto, vou dar, finalmente, descanso a Courage. Este cão que faz mais coisas por amor do que qualquer outro, sendo o verdadeiro estereótipo da verdadeira valentia: não é corajoso quem não tem medo, é corajoso quem mesmo tendo medo avança. É directo, eu sei, mas há muita gente que deixa passar estas coisas!

Enfim, boa série, engraçada, não conhecia bem mas esse erro está corrigido. Venham mais séries creepy como esta, mas lembrem-me de não mostrar estas coisas às crianças, que coitadinhas, o mundo já lhes faz suficientemente mal!


sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

[series] Courage




Eu acho que nunca tinha visto nada de Courage, ou melhor, devo ter visto pedaços espalhados na internet mas nada de acompanhar esta série. Acontece que o Sr. meu namorado é fã e convenceu-me a ver.

São quatro temporadas mas cada uma tem 26 episódios. Sim, os episódios só têm 10 minutos cada um, mas isto é maior do que o que parece. Vou agora a meio e a série torna-se bastante engraçada e creepy ao mesmo tempo. Bichos estranhos aparecem em Nowhere e aquela casa isolada, no meio do nada - literalmente - é sempre alvo do interesse dessa gente.

Courage, que é um cão roxo muito medricas, tem de salvar a sua dona, Muriel, e como ele bem diz "The things I do for love...".

O engraçado é que isto é uma série de desenhos animados, para crianças e tal, mas tem com cada episódio mais macabro que fico a pensar que se calhar muito dos malucos que andam por aí agora são a geração Courage. A ver estas coisas, frequentemente, é normal ficar apanhado.

Mas bem, ainda me falta metade da série - que só são mais de 50 episódios - e até agora vale a pena. Embora a fórmula seja sempre a mesma, a imaginação para os bichos estranhos e situações insólitas é qualquer coisa. Os criadores fizeram um bom trabalho!

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

[series] American Horror Story - Hotel (#5)


Título: American Horror Story - Hotel  (#5)
Ano: 2015

American Horror Story é uma série num formato diferente que me cativou à primeira temporada. Cada temporada é uma história diferente, um cenário diferente, em que temos os mesmos actores, de uma forma geral, mas a fazerem personagens diferentes.

Murder House, Asylum, Coven, Freak Show e agora Hotel. Acompanhei com afinco a partir da segunda e infelizmente acho que em momentos de verdadeiro terror, daquele que dá para gelar ossos, ficaram parados na terceira temporada. Freak Show foi uma temporada interessante, com uma boa premissa mas onde não aproveitaram tudo quanto podiam.

Agora veio Hotel. E a grande mudança foi o pior que fizeram: a Jessica Lange saiu e puseram a Lady Gaga no lugar. Erro, grande erro!

Eu tenho visto críticas a dizer que o melhor da série é ela: não, não é! Ela está a estragar a série.

Esta temporada teve pontos muito fortes, principalmente nalgumas personagens geniais. A Liz é a coisa mais brilhante que se lembraram! O James March está muito bom. A Iris teve uma evolução brutal. A Sally, na sua alta parecença com a Marla - Helena Bonham Carter em Fight Club, está muito boa também.

Mas a série gira à volta de duas coisas: Lady Gaga e sexo. E não funciona! Minimamente.

Não há episódio em que não existam 2 ou 3 cenas de sexo, sem qualquer propósito ou evolução para a história. Aliás, já chegou ao ridículo de haver episódios em que a cada 3 cenas, 2 envolviam sexo. É um abuso absolutamente ridículo, sem sentido e que não encaixa. 

E depois a Gaga. Se a moça estivesse num papel secundário, que aparece de vez em quando, sim senhor, era muito bem. Agora a ser o foco da acção é só má. Ela não sabe representar, a personagem podia ser interessante mas não está bem construída, e nada se safa. É uma personagem construída a martelo e isso nota-se. 

Pior do que isso, para mim, é que se até agora tiveram Jessica Lange no leme, e de forma genial que aquela mulher faz de ela própria a cada papel mas vale a pena, tinham uma substituta perfeita que este temporada ainda só apareceu de fugida num episódio: Lily Rabe. É uma actriz impecável, tem feito papeis, dentro desta mesma série, muito bons e se a pusessem em vez da Gaga tinha sido um melhoramento gigante.

Enfim, é uma boa série mas estão a perder-se. Não sei se é uma tentativa de chamarem mais público, se querem realmente mudar o andamento da série mas para mim estão a ir no caminho completamente errado. As cenas que me deixavam de arrepios na nuca ficaram no Coven. Esta temporada, sinceramente, não consegui gostar. Gosto de passagens, gosto essencialmente de personagens, mas a temporada em si é muito fraca. 

Espero seriamente que a próxima temporada dê uma grande volta. Correm os ditos de que a Gaga fica, tenho pena. Mas ainda mais do que isso, espero que em argumento volte ao ambiente creepy as fuck que me fez achar que esta série era das melhores que andava a ser feita. Neste momento já não posso dizer o mesmo.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

[series] Blood C



Eu às vezes encontro coisas nos meus feeds que me despertam a curiosidade. Às vezes nem é por alguma coisa muito interessante mas fico curiosa.

Agora, se alguém ainda duvidava de que gosto de coisas esquisitas eu passo a explicar como é que procurei o que era esta série: basicamente por ver uma imagem.


Fiquei curiosa com o que raio seria isto. Vi que era uma anime com uma temporada apenas, pequenita, valia a pena experimentar. E valeu. Isto foi bem giro!

Basicamente temos uma tipa muito adorável que faz a sua vida fofinha onde sai de casa todas as manhãs a cantar sobre como o dia é bonito, que come o pequeno almoço no café onde tudo é bom e onde o café parece mágico, vai para a escola e invariavelmente atrasa-se porque fica retida a brincar com um cão, ou a ajudar uma velhinha, ou porque vê qualquer coisa especialmente bonita e fica a observar melhor. Uma moça inocente e adorável.

E depois durante a noite mata bichos com poderes sobrenaturais, seguindo o legado deixado pela mãe, à base de Katana. Divertido, certo?

Claro que isto é anime e tem as vantagens, ou desvantagens, de qualquer anime: é exagerada como tudo, é um óptimo, catálogo de cuecas, as moças têm todas pares gigantes e bamboleantes, e depois há monstros a tentarem matar-nos. Porque tem de haver. Anime sem bichos a quererem matar os humanos, seja por diversão, seja para alimento, não é anime! (Sim, claro que existem, mas entendei o que digo!)

Na realidade o fim foi previsível e confuso ao mesmo tempo. Fiquei com algumas dúvidas lá pelo meio, mas ainda assim dou uma nota positiva a esta série. Tem matança e sangue a rodos - principalmente no fim... - e a história até que é interessante. Tem falhas, tem algumas coisas previsíveis e que não deviam acontecer mas entrem no espírito da coisa e até se torna bem giro. Eu cá gostei.

Agora de animes vou andar mais sossegadita que tenho duas séries a ver há já uns anos. Só depois é que vejo mais coisas de animes, porque se não nunca mais!

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

[series] Sherlock - The Abominable Bride


Eu acompanho demasiadas séries daquelas que deixam as pessoas viciadas. Quase todas, para falar verdade. Sherlock não podia faltar. Primeiro porque já eu gosto de Sherlock pelas mãos de Conan Doyle, depois porque esta adaptação com Benedict Cumberbatch e Martin Freeman é qualquer coisa.

Gatiss e Moffat fizeram-nos o favor de nos dar um docinho, antes de esperarmos mais um ano pela nova temporada de Sherlock. Porquê? Porque nós deixamos, e andamos aqui que nem malucos à espera de mais!

Intervalos de dois anos entre temporadas! Que depois só têm 3 episódios cada uma! É indecente. Mas mesmo assim nós cá andamos. E vale a pena, porque caramba, isto é muito bom!

Já tinha sido anunciado há uns tempos que este seria um episódio diferente, passado na época vitoriana, e seja lá qual for o motivo que lhe queiram dar, ter mais um episódio de Sherlock chama-me sempre a atenção.

Engraçado é ver que o episódio parece uma coisa, dá pistas sobre ser outra e depois acaba por ser honesto o suficiente para nos contar tudo, sem nos contar nada, o que dá uma gincana de situações estranhas em modo Sherlock.

Personagens vestidas a rigor - o Watson com bigode sem alguém a chatear o pobre homem - as mesmas caras já tão conhecidas mas com alguns retoques diferentes, digamos. Mais que não seja, ver um Mycroft em modo balofo a apostar com a própria vida é no mínimo inovador.

Mas base disto tudo é: eu já sei que os episódios de Sherlock não falham muito: o argumento é muito bom (também diga-se que têm mais do que tempo para ter isso tudo bem preparado) e a representação também nunca fica aquém com o elenco que reuniram na série.

O episódio é extremamente divertido, com momentos bastante dramáticos, loucuras de Sherlock, hábitos de Watson, espantos de Mrs. Hudson, surpresas de Mary e brilhantismos de Mycroft. Vejamos por onde quer que seja o episódio é muito bom, é mais um grande trabalho de uma grande equipa que realmente consegue manter séries num bom nível, com humor inteligente, com boa representação, com adaptações bem feitas e sem necessidade de estupidificantes. Havia tanta série a precisar de aprender qualquer coisinha...

Mas enfim, agora espera-se mais um ano. Já não há de demorar muito... São só 12 meses... É pouco... Não é?


sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

[series] Danganronpa


Uma amiga minha disse para ver isto e eu vi que era pequenita e aproveitei para ver agora, sempre que me dava a preguiça para algo mais produtivo - acabou rápido portanto!

Eu não fazia ideia do que me esperava, não sabia a história, não sabia nada. Fui às cegas. E valeu a pena!

Esta anime basicamente é sobre uma espécie de escola, que está a ser comandada por um urso meio fofinho meio maléfico, onde se juntaram 15 alunos. O twist da coisa é que eles não poderão sair dali. A única maneira de o fazerem, e assim não passarem lá o resto da vida (entenda-se que isso era uma possibilidade embora não o objectivo) era matarem-se uns aos outros.

Basicamente, o objectivo é irem-se matando. De cada vez que um corpo fosse encontrado seria feito um julgamento e teriam de descobrir qual deles foi o assassino. Se o grupo acertasse, o assassino morria; se o grupo errasse, todo o grupo morria menos o assassino!

Divertido, não? Isto acaba por ter muitas voltas a cada episódio, muitas histórias não contadas que vão aparecendo aos poucos e isso mantém a coisa acesa. E depois há o sacana do Monobear que é o director daquilo tudo, digamos, que não é mais do que um urso meio robótico que rebenta quando alguém o tenta atacar e que é um grande apologista de sangue e mortes e tal. É uma jóia de moço, este.

Não estava a contar que fosse tão engraçado. As personagens são muito diferentes mas há umas poucas interessantes que acabam por dar imensa pica para ver o que vai acontecer a seguir.

Não é uma série genial mas é bem engraçada, uma surpresa bem positiva. Ainda por cima é pequenita, nem ocupa grande tempo! E mais que não seja o sacana do urso é um creepo de todo o tamanho! E depois há uma espécie de coelho gordo cor de rosa que só apareceu no fim a dizer que nos queria conhecer... Eu nem sei. É suposto haver novidades em 2016. Esperemos.


sexta-feira, 9 de outubro de 2015

[series] Attack on Titan

Título: Attack on Titan
Duração: 25 min
Ano: 2013

Eu que não sou muito de animes nos últimos tempos tenho-me rendido a algumas. As histórias têm aquele quê de estranho/aleatório/esquisito japonês mas eu gosto, que é que se há-de fazer. Mais a mais há demasiada gente a atirar-me com nomes associados a histórias interessantes e lá vou eu!

Attack on Titan tem andado tanto na moda, já ouvi dizer tão bem e tão mal que tive de dar o meu parecer. 

E não me lixem: isto é bom! Tem falhas, claro que sim, mas de uma forma geral isto torna-se engraçado. E sacanas das pessoas que fazem isto que sabem deixar os episódios mesmo no sítio certo para ter de ver mais um episódio. Maldições tenham... 

Sendo anime a história adivinha-se por si própria: há gigantes que apareceram do nada e que nos querem matar a todos. Já se sabe que esta é a premissa de mais de metade das animes, não há como escapar. 

O que acontece aqui é que esses mesmos gigantes, os Titans, são muito altos - mesmo com vários tamanhos possíveis -, com uma temperatura corporal ridiculamente alta, regeneram de qualquer ferida que lhe façam, o seu ponto fraco - e única forma de serem derrotados - é na nuca e não tem orgãos sexuais. 

De uma maneira geral é isto. Ah, e comem pessoas!

Para primeira temporada tem 26 episódios, quase todos a acabar em alturas muito pouco simpáticas para quem tem pouco tempo e não pode ver a série toda seguida, mas eu cá gostei do que fizeram com isto. 

Há um twist que é muito imediato quando acontece - embora não nos digam logo que aconteceu - e que dentro do campo de que há monstros antropomórficos gigantes, cheios de força e cheios de fome, se torna engraçado e dá uma volta na história. 

Eu nem sei bem quando é que a história continua mas estes episódios foram bons de ver, foram interessantes e a história não se torna aborrecida, repetitiva ou demasiado previsível. 

Eu cá gosto, quando sair a segunda temporada vou continuar a acompanhar e por agora já tenho outra anime para ver, por isso... 


sexta-feira, 2 de outubro de 2015

[series] Evangelion

Duração: 1 season, 25 min por ep
Ano: 1995-96

"É estranho" foi basicamente o que me levou a ver isto. Não fui muito dificil numa coisa destas: tem um ar estranho, tem potencial para ser engraçado, oh well, bora lá!

O ar é muito anos 90, nota-se que não há grande coisa de recente. É como olhar para um jogo de há uns anos, não engana.

Enfim, o conceito de ter monstros que nos invadem e querem matar à força toda é recorrente em tudo o que é japonês e desta vez não falhou.

Para dar resposta a estas matanças todas constroem-se uns robots gigantes - os EVA - que se ligam directamente ao controlo de uma criança (crianças, sim!) e assim conseguem conduzir aquele monte metálico para andar à porrada com os bichos.

A série está bem curiosa e gostei bastante de ver isto mas o que me chateia é que há demasiada coisa que não se faz ideia de onde cai. Há momentos muito estranhos que até podiam fazer ali uma reviravolta completa que explicava alguma coisa mas nem se quer se fala naquilo, ou sequer que é estranho. É tudo aceite com a maior das normalidades e nunca mais se fala no assunto. Não faz grande sentido e parece-me uma perda de oportunidade para alguns twists mais engraçados.

Mas de uma maneira geral isto é bom, desde que cortemos os últimos três episódios que são só aleatórios, estranhos, desfasados de qualquer história e que não fazem ponta de sentido.

Enfim, isto é bom e vale bem a pena mas é preciso ir com caução e aceitar que metade das coisas que nos aparecem e que caem do céu vão ficar assim, ninguém nos vai fazer sentido daquilo. Já ficam avisados!


sexta-feira, 25 de setembro de 2015

[series] Hannibal (#2)

Título: Hannibal
Argumento: Thomas Harris, Bryan Fuller
Duração: 3 temporadas, 13 eps cada (45 min)
Ano: 2013 - 2015

Começo por dizer que sou uma fã incondicional do Dr. Lecter. É uma ideia genial, bem pensada, arrepiante pelo pensamento de faz mais sentido do que gostaríamos de admitir. 

Isto dito pela mesma pessoa que se interessa por Serial Killers é capaz de fazer sentido, ou talvez afastar as pessoas por acharem que posso ser perigosa!

Passando detalhes da minha pessoa estranha à frente: que série do catano!

É por séries destas terem tanto tempo de antena como Da Vinci Demons que sei, sem grande dúvida, que há coisas muito erradas neste mundo seriado.

A série tem momentos menos bons, personagens menos interessantes e muita coisa que não está bem ajustada, mas se há detalhe que ninguém pode negar é que este homem como Hannibal Lecter está qualquer coisa!

Um homem calmo, elegante, sedutor, inteligente, delicado e refinado. Depois conhecendo-o melhor é um psicopata de todo o tamanho. My kind of people!

É ridículo ver a beleza dos pratos servidos, a elegância das receitas, o detalhe mais infímo e depois pensamos "Isto foi feito com o rim daquela miúda, não foi?" e o momento fica logo creepy à nascença.

Eu com esta série nunca vou conseguir comer em restaurantes chiques - a minha carteira até agradece. Mas nem que quisesse! Pratos estupidamente elaborados e bem empratados vão passar a estar associados a pessoas esventradas e postas num prato bem cheiroso. Não me cheira que resulte para a minha pessoa.

A personagem a par desta, Will Graham, chateia-me um pouco. Não é especialmente interessante, é mais esotérica e quando posto em comparação com o senhor que é o Lecter, não há escapatória.

Ainda falta uma temporada para acabar de ver isto e já sei que há algumas coisas que estou curiosa para ver mas isto só vale mesmo a pena pelo brilhantismo de Mads Mikkelsen. Emmy para este senhor, bora lá!

A série até tem um argumento com momentos bastante interessantes, as imagens estão muito fortes e bem conseguidas a nível visual. Há voltas a mais, burrices mal encaixadas e tal mas depois aparece o Hannibal a ser creepy e já não me lembro de mais nada.

Deixa lá ver a terceira temporada de pratos-que-parecem-ser-bons-mas-cuja-ética-é-mais-duvidosa-do-que-a-clonagem-humana.



sexta-feira, 4 de setembro de 2015

[series] Madoka Magica

A minha experiência em anime aind
a é muito pequena. Mas estou a instruir-me nesta animação japonesa onde tudo pode acontecer. E geralmente acontece! Principalmente se for estranho como tudo!

Conheci agora Madoka, uma moça que se vê numa situação complicada. Um gato muito esquisito - e irritante como tudo - que procura Madoka e uma amiga para se tornaram mágicas e ajudaram e livrar o mundo de - a sério - bruxas más.

A transformação implica um desejo que será realizado, seja lá ele o que for. O que escolher numa coisa destas? Aqueles que escolhem mais rápido são os que estão a morrer e pedem a saúde restabelecida, são os que estão a perder alguém que amam e que querem voltar a ver bem, mas e quando não se tem nada disso? O que se escolhe numa decisão tão importante como esta? 

A série não é muito grande, as personagens não são propriamente as mais espertas mas isto até se torna bem curioso. Madoka, no meio destas loucuras todas, ainda é a mais racional e se hesita no que fazer é porque tem todos os motivos para isso. 

Isto acaba por ser engraçado porque também não é assim tão grande quanto isso porque isto muito arrastado já dava asneira. Assim não, assim a coisa corre bem e não se torna chata. 

Enfim, foi giro, consegue ser surpreendente em vários momentos e vale a pena para o meu reportório de anime. 



sexta-feira, 21 de agosto de 2015

[series] Game of Thrones




Foi desta! Já vi Game of Thrones. Sem me preocupar muito por ler os livros todos porque não importa, não é? E agora começa o martírio de esperar por livros e mais episódios. Porque é que me meto nestas coisas?

Enfim, está visto! Apanhando assim com contexto de livros em conjunto e tudo há várias coisas a dizer. Embora os livros sejam seguidos são meras directrizes. A série já não está a seguir exactamente o que se passa nos livros. É no mesmo muito, tem as mesmas personagens, de vez em quando até fazem coisas parecidas mas já não é a mesma coisa. 

A primeira temporada é claramente uma adaptação do filme, a segunda ainda segue praticamente o livro, a terceira começa a descambar e daí é uma montanha russa. 

Com isto não quero dizer que seja uma má opção ou que resulte mal, antes pelo contrário. Em vários casos gostei mais do que fizeram na série do que nos livros, noutros não. Há histórias que estão nos livros que gostava de ter visto na série mas já se sabe que isso é o mais normal que se tem nestas coisas.

Há personagens que estão especialmente bem conseguidas, seja o bendito Tyrion, seja a Olenna Tyrell e outras que só chateiam e dão vontade de atirar de um penhasco. Não, Cersei? Não, Rob Arrin? Enfim. 

Mortes já toda a gente sabe que é uma constante, embora haja uma ou duas que me deixaram de boca aberta. Literalmente. Eu tentei manter-me spoiler free, ao máximo, e consegui, mas foi bem pior sem ter alguma ideia do que quer que fosse acontecer.

Ao contrário do que me diziam e do que fui acreditando não achei que a série estivesse a abusar do que vende em matérias de nudez e sexo explícito e gratuito. A série nem abusa nada, está no ponto certo. Há corpos nus, sim, há sexo, sim, mas faz tudo parte. Não é uma coisa que acontece do ar nem é uma coisa despropositada. Todas as cenas fazem sentido e não é nada de outro mundo. Está num equilíbrio muito bom e fiquei contente com isso. Era estupidamente fácil cair nesse poço mas os senhores responsáveis fizeram um bom trabalho.

Mas sim, isto é claramente série para mim. Guerras políticas com algum sangue e tripas, sem grandes exageros, boas personagens, bons cenários (raio de sítios mais bonitos para onde levam aquela gente toda), bons esquemas de guerra e de acção, o funcionamento dentro de cada reino e nas relações entre reinos, enfim, o pacote completo.

Eu gosto do resultado que conseguiram com esta série. Não sei se gostarei muito do que se segue mas teriam tudo para agora começar a descambar mais um bocadinho com mais acção e mais coisas a acontecer, já há tantas cartas na mesa, é só aproveitar a maré. Não digo que não pudesse estar melhor, provavelmente sim. Não acho que seja espectacular mas gosto do esquema actual. Espero que não o percam nem que descambem completamente ou se arrastem infinitamente. Isto é bom, mas juízo!

P.S. : Escrever sobre isto é complicado! Na série com mais spoilers de sempre não quero ser mais uma fonte. Por isso, pronto, fica assim. Mas há muito a acontecer, e muitas dificuldades em engolir algumas das coisas que se lembrarão de fazer. Fica a dica de ver com cautela!


sexta-feira, 29 de maio de 2015

[series] The Walking Dead (#5)

Título The Walking Dead
Criador: Frank Darabont
Elenco: Andrew Lincoln, Steven Yeun, Norman Reedus, Melissa McBride, Danai Gurira
Duração por ep: 45 min
Ano: 2010- ongoing 

Eu apanhei esta série logo no início, lembro-me de ver os primeiros seis episódios e pensar que sim senhor, isto é uma série de zombies!

Daí até agora a quantidade de voltas e reviravoltas que isto já levou. Foi Atlanta, foi quinta, foi prisão, foi Terminus, agora é Alexandria.

Depois de tanto tempo a saltar de sítio em sítio, de encontrar tanta gente e matar ainda mais chegamos a um ponto em que estas pessoas já não sabem muito bem o que é viver sem ter de olhar por cima do ombro.

Agora aparecer do nada mais um paraíso, prontinho a usar, com uma vida do mais normal possível? Acho que já nem se lembram se foi nesta vida.

Claro que há sempre a história de que as pessoas são sempre pessoas e estejam onde estiverem e como haverá sempre pessoal retorcido e mau e com vontade de estragar ou matar ou fazer asneiras de uma maneira geral. Moral! Moral! Moral!

Enfim, no meio disto tudo o maravilhoso está sempre nas personagens que construíram. O Rick oscila entre completamente louco, semi-louco e moderadamente louco. Até teve alguns momentos bem porreiros mas aquela cabeça já está muito baralhadinha, está na altura de haver mais um walker senhores argumentistas! O Carl anda calado e assim é que ele anda bem, ao menos não atrapalha nem chateia. O Daryl é sempre o mesmo bicho do mato, um tipo às direitas com um raio de um feitio complicado. A Sasha também anda meio passada, a Maggie continua a ser fofinha e hardcore e porreira, a Michonne teve ali uns momentos menos Michonne mas acho que volta ao sítio com facilidade, o Glenn é o maior, tão sossegadinho e tão badass!

Agora, meus amigos, se há  personagem que merece toda a minha admiração e carinho é a Carol! Para quem começa a apanhar porrada e a ser um pau mandado do marido ficou a melhor personagem, de longe, que esta série tem. Sempre atenta a tudo, sempre a ser porreirissima e assustadora, mostra os dotes de dona de casa com as maravilhosas bolachinhas de chocolate, isto é uma personagem demasiado boa para não ter algo muito mas muito grande à espera dela. 

Das novas personagens que entraram é complicado. Temos a fofinha do Rick que me chateia ligeiramente, o marido dessa vá lá que foi arrumado, a  Deanna não sou nada fã, do marido gostava não é? Enfim, é um mundo apocalíptico, sim senhor, mas as pessoas são sempre a mesma tralha, quer nuns sítios quer noutros. Se o pessoal que acompanhamos é uma cambada de selvagens - com algum motivo, diga-se - aqueles fingem-se "normais" e mostram a podridão da raça humana à força toda. Criar bases para reconstruir e ter essas mesmo bases já podres não é boa ideia, senhores que tentam  esquecer que existem zombies à vossa volta. Enfim, se algum dia viver num mundo apocalíptico recheadinho de zombies logo lhes trato da saúde.

Não faço ideia do que tencionam fazer com isto daqui para a frente mas o que sei é que ainda há uns poucos que não me importo que morram (anda a morrer pouca gente) mas Outubro ainda vem tão longe...




  

sexta-feira, 15 de maio de 2015

[series] Breaking Bad (#5)

Título: Breaking Bad (#5)
Criador: Vince Gilligan
Duração: 50 min por ep (17 ep)
Ano: 2008-2013

Surpresa das surpresas: vi isto num instante. Não é que o tempo seja muito mas isto é um bocado viciante e saber que a série não é muito grande e que as temporadas têm poucos episódios não ajuda em nada. "É só mais um.", "É só para acabar a temporada.", "Já está quase, tenho de ver mais um para perceber aquilo", enfim, é o descalabro completo.

E agora acabou, vá-se lá perceber como. Cinco temporadas que voaram rapidamente e que sim senhor: isto vale a pena! Não estou arrependida de não ter acompanhado no tempo real porque sejamos realistas: só um masoquista é que consegue achar piada às semanas de espera entre dois episódios que estão ali na corda bamba. Tem outra adrenalina? Sim. É horrível e tira anos de vida? Também!

Mas bem, tanta coisa a acontecer e a acabar aqui. Um Walt a ganhar proporções (e atitudes e olhar apático e instintos assassinos) do Gus, um Jesse meio desnorteado mas que se vai mantendo porreiro, um Hank a ser badass como tudo, uma Skyler a ter momentos bem interessantes (não estava a contar) mas que de uma maneira geral me aborrece, enfim, tanta coisa.

No meio disto tudo só há uma coisa que se mantém do início ao fim: a fofura da Holy. A pobre bebé é tão adorável e bochechuda que não há maneira de resistir!

Para além disto tudo: Walter White, you're a sick madman and a badass manipulator. Mas encaixou tão bem naquilo que a série fez.

Mais a mais: que matança! Eu já sabia alguns spoilers que fui apanhando aqui e ali de ainda antes de ver isto mas ainda assim. Isto toma proporções apocalípticas em termos de ocupação de cemitérios. 

Entre mortes, pessoas loucas da cabeça, montes e montes de dinheiro (se eu tivesse aquele dinheiro todo... ahhh!) esta série fica qualquer coisa de especial. É viciante, acontece muita coisa, e se a quinta temporada parece que começa assim mais murchinha deixem chegar aos últimos episódios e é ver o descalabro completo que aquilo leva. 

Foi uma óptima aposta ter pegado nisto, mesmo numa altura com pouco tempo. Ainda nem sei bem que série é que agora vai substituir esta - se calhar nenhuma que uma pessoa não arranja tempo na farmácia. 

Merece a carradona de prémios que teve, os actores estão brilhantes, ressalva para Bryan Cranston, Aaron Paul, Dean Norris, Giancarlo Esposito, Jonathan Banks, Bob Odenkirk, Anna Gunn, Betsi Brandt e RJ Mitte que fazem as personagens principais de tudo isto de forma absolutamente genial. 






sexta-feira, 8 de maio de 2015

[series] Breaking Bad (#4)

Título: Breaking Bad (#4)
Criador: Vince Gilligan
Duração: 50 min por ep (13 ep)
Ano: 2008-2013

Depois da terceira temporada ser tão mais hardcore e mexida que o resto esta acalmou um bocado. Mas não piorou o que é um grande alívio. Esta foi a temporada do Gus.

O Gus é um creep do catano. O Gus mata um tipo de forma incrivelmente hardcore, estranha e inesperada. O Gus quer despachar o Walter. O Gus quer despachar o Hank. O Gus quer despachar o Jesse. Isto é bem melhor que os livros da Anita.

O Gus é um tipo com quem não quero ter negócios nem muito a bem nem muito a mal. Nada. O raio do tipo tem sempre ar de que vai matar alguém quando menos se espera. Raio de ar mais apático! E espero bem que expliquem timtim por timtim o que é que está por trás desta personagem, há ali muita coisa que ainda não se sabe!

O Jesse também anda a crescer, a ficar mais importante neste mundo um bocado perigoso. O Walt é que anda ali na corda bamba, já esteve para morrer umas poucas de vezes. Sacana tem é uma sorte desgraçada, ainda cá anda!

Já não foi um jogo tão mexido e frenético como na temporada anterior - não estou a falar dos últimos episódios, esses foram qualquer coisa de ... hum... interessante, digamos.

É engraçado ver a evolução psicótica do Walt em comparação com o crescimento a homenzinho do Jesse. O que se ganha num perde-se no outro e é uma loucura pegada. Não que me queixe de qualquer um dos dois, o Jesses está a ficar bem mais interessante e o Walt é um maníaco estranho e psicopata, não há razão para não gostar de qualquer um.

Agora depois disto tudo as coisas mudaram, o rumo vai ter de ser outro. Qual? Não sei mas alguma coisa tem de se passar na quinta temporada. Ainda faltam 17 episódios mas são os últimos. E eu sei fazer ideia do que ainda me espera.