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domingo, 17 de janeiro de 2016

[leituras] Batman - Presa

Título: Batman - Presa
Argumento: Doug Moench
Desenho: Paul Gulacy
Páginas: 136
Ano: 1990

Esta colecção de Batman torna-se engraçada por vários motivos, e acho que para mim o melhor ainda é conseguir perceber por onde é que as cabeças das pessoas que pensam em escrever uma história acabam por ir tendo tanto por onde pegar.

Neste caso gostei da capa, não fazia ideia nenhuma do que contar para a história mas assim à cabeça tinha boas expectativas. E o livro tornou-se melhor do que estava a contar.

Senti que estava a ver uma série policial, em que as coisas se vão desenrolando, estamos a ver a polícia chegar cada vez mais perto, passo ante passo, e depois quando se vai dar o click acontece qualquer coisa em grande.

Aqui é isso que acontece: Hugo Strange é um tipo estranho, creepy como o raio, que está obcecado com o Batman. Investigação por mais do que um sítio possível - com momentos mais ou menos credíveis podia ser discutido - e quase como num jogo de quem é quem, as cartas em cima da mesa estão a ficar cada vez em menos número e estamos a ver uma a ter grande destaque no meio das outras.

O jogo de gato e rato neste livro torna-se curioso, e a maneira como o Dr. Strange consegue entrar dentro da cabeça do Batman é um bónus. Acho que este vilão, que é e não é ao mesmo tempo, foi uma das boas surpresas, já que é um tipo que nos aparece só coo desagradável e depois mostram-nos o lado mais aberrante dele, com tudo o que isso traz à mistura, desde o fatinho de Batman até manter a moça presa em bikini, qual Jabba.

Acabei por gostar do livro, é interessante e é uma boa bd. Vale a pena espreitar, sem dúvida.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

[leituras] Batman - Gótico

Título: Batman - Gótico
Argumento: Grant Morrison
Desenho: Klaus Janson
Páginas: 136
Ano: 1990

Ora bem, este livro assim de chapa não me chamava muito a atenção. Quando vi o nome Grant Morrison associado fiquei com esperanças já que é um dos autores que me tem surpreendido positivamente em várias situações mas depois pegando no livro não é um livro que me fique na memória.

O cenário gótico encaixa bem no Batman, o jogo herói-vilão está bastante bem apanhado - e para mim acabou por ser o que mais gostei, mas retira-se pouco daqui. Umas ilustrações interessantes, sem dúvida, mais um bocadinho de história passada do Batman a vir ao de cima, o que me soou um bocadinho forçado e pouco plausível de haver ali aquela coincidência toda, mas de uma forma geral não é um livro super interessante e que tenha uma grande força por si só.

Sou sempre fã de jogos psicológicos e aqui brincam bem com isso mas pouco mais. Não foi um livro que me cativasse especialmente. É uma boa leitura, vale a pena e é interessante mas nada mais que isso.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

[leituras] O Longo Halloween II

Título: O Longo Halloween II
Argumento: Jeph Loeb
Desenho: Tim Sale
Páginas: 176
Ano: 2015

É bom não nos desapontarmos com os livros e foi exactamente o que aconteceu neste caso.

O primeiro não me ficou especialmente na memória e não achei nada de especial mas este segundo vale por si e pelo primeiro.

Ainda por mais eu tenho um fraquinho com os vilões do Batman, para mim são dos mais interessantes e com mais estilo. Não sei se é a aceitação da loucura em cada um deles, se será influência da minha paixão pelo Joker e pelo Arkham Asylum mas o certo é que os inimigos do morcego costumam ser tipos, ou tipas, a quem acho piada.

Calha bem que aqui vemos nascer um e ainda nos aparecem muitos dos outros reunidos e a serem loucos em conjunto. Não é bonito quando todos se conseguem dar bem?

O Batman passa por várias fases num caso que não é, de todo, fácil de resolver. Demora imenso tempo a resolvê-lo, mexem-lhe com os circuitos mais internos até não saber bem quem é ou o que faz, já não sabe em quem confiar e de quem desconfiar. Aqueles que hoje são amigos amanhã são inimigos, aqueles que parecem neutros afinal pendem bastante para um lado. 

É um livro cheio de twists que embora admita que muitos só resultam porque temos o contexto do primeiro volume acho que a diferença de um para outro é demasiado grande. Se não fosse a recomendação e a minha OCD de leitura, lendo o primeiro livro eu sei grandes dores de cabeça não pensaria em ler o segundo, e isso seria um claro erro. Dar um bocadinho de gás naquele primeiro tinha sido uma boa aposta, pelo menos para mim que não sou grande fã de história a construir muito e sem desenrolar nalguma coisa.

Mas bem, é um bom livro, o conjunto vale a pena, e embora não chegue aos calcanhares do Arkham Asylum é um dos melhores livros que li de Batman até hoje.


segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

[leituras] O Longo Halloween I

Título: O Longo Halloween I
Argumento: Jeph Loeb
Desenho: Tim Sale
Páginas: 200
Ano: 2015

Pelos criadores desta obra e pela crítica próxima que já me tinham feito este livro, melhor, estes dois livros, vinham com boas perspectivas para serem interessantes e uma leitura especialmente agradável.

Este primeiro volume, não sei se pela expectativa ou não - inclino-me mesmo a dizer que não - não me surpreendeu nem deixou especial interesse.

A arte é porreira, costumo gostar das coisas do Tim Sale, e a história começa a ser interessante, mas muito ao de leve. Alguns vilões, o mistério de quem é quem e a aura do Feriado sempre a pairar mas pouco mais do que isso. Uma espécie de policial do Batman, mas no início.

Mantenho a minha expectativa para o próximo volume. Este não me chamou nem marcou mas quem sabe não está apenas a abrir portas para uma segunda parte surpreendente? Espero que sim.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

[leituras] Batman Ano Um

Título: Batman Ano Um
Argumento: Frank Miller
Desenho: David Mazzucchelli
Páginas: 120
Ano: 1987

Agora vou-me dedicar a ler a colecção do Batman. Ela teria de ser lida, porque não agora. Até agora só tinha ido o Arkham Asylum, porque pronto, é genial e dos melhores livros que já li. Mas agora vão os outros.

Só por me lembrar que o Arkham Asylum existe já merece pontos, mas é mesmo só à cabeça e durante uma fracção de segundo.

Eu já tinha lido este livro há uns tempos - ano e meio, segundo o Goodreads me diz - e já na altura não me fascinou. Assim se mantém.

O livro tem pouco de interessante: a história não tem nada de relevante, as personagens andam todas meio perdidas, a arte não me convence. A ler coisas sobre este livro havia pessoal a dizer o quão revolucionário foi, o diferente que foi, a evolução que deu à personagem. É capaz de ser isso que o faz ter tanto sucesso mas para mim, que me assumo completamente como leiga que não segue completamente as histórias todas e portanto posso ir perdendo informações nos permeios, não é um livro que me chame ou que me fique sequer na memória.

Já a parte do fim - esboços, planificações, desenhos - são apêndices que mostram como as coisas nascem e deixam-me sempre rendida. Ali sim as coisas ganham um ar muito mais interessante, mais cru e autêntico.

Resumindo, para mim: a arte não é nada de especial, a história também não tem mais do que isso. É um livro que nem por argumento nem por ilustrações vale muito. É engraçado, é diferente mas não é um dos que fica para recomendações ou lembranças. É bom para entreter um bocado.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

[cinema] Man of Steel



Título: Man of Steel
Realização: Zack Snyder
Argumento: David S. Goyer, Christopher Nolan
Elenco: Henry Cavill, Amy Adams, Michael Shannon
Duração: 143 min
Ano: 2013

Trailer

Eu não tinha vontade de ver este filme mas vai não vai, bora ver um filme e saiu este. E isto é tão mauzinho...

Eu por natureza não sou a maior fã do Super-Homem. Sim, sou da equipa que o acha overpowered e que pronto, perde um bocado a piada, sendo todo certinho e pãozinho sem sal. Os super-heróis para mim têm de ter mais garra que isso. 

Isto dito a vontade de ver o filme era pouca. Vai não vai, acabo por ver o filme e isto é uma obra muito fraquinha. A quantidade de falhanços redondos que ia dando conta enquanto via o filme era ridícula, a história até pode estar razoável mas depois meteram os pés pelas mãos. 

O filme era feito por porções, muitas delas sem grande ligação, quase em estilo manta de retalhos, a falta de acção deste Clark é triste e sei lá, as coisas são más, acontecem sem grande sentido, muitas por acaso, aqueles light flares constantes são péssimos, o CGI está muito nítido em grande parte do filme. Vá lá pessoal, isto merecia mais. 

Façam um filme mais jeitosinho nos próximos que isto anda meio fraco.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

[leituras] The Killing Joke

(estou a acumular muitas leituras que precisam de ser escoadas e como não tenho visto grande coisa de filmes e afins vou eclipsar temporariamente as coisas de sexta feira para dar vazão às leituras! Bora lá!)

Título: The Killing Joke
Argumento: Alan Moore
Desenho: Brian Bolland
Páginas: 48
Ano: 1988

Eu tenho um fascínio pelo Joker. Venham lá os herois todos, quem quer que seja, juntem-se os vilões mais hardcore lá pelo meio, e há sempre quem se destaque, e é sempre este sacana branquinho com cabelo à Maria José Valério.

É o tipo de louco que eu gosto: estupidamente inteligente e sem limites derivados da sua loucura. Não há melhor! Interessante, mórbido, cru, o que queiram, os jogos e peripécias do tipo são qualquer coisa de muito boa!

Neste The Killing Joke (ou Piada Mortal) temos um daqueles joguinhos horríveis e maléficos que vemos a ser construído e concretizado. E que bem!

Comprar um parque de diversões abandonado e decrépito só para brincar um bocadinho. Mata-se quem for preciso pelo meio, mais uns sorrisos no mundo não fazem mal a ninguém, certo? Isto é uma coisinha ínfima, 48 páginas apenas e está aqui uma obra absolutamente genial! Bem construida, misturando a origem do Joker com a loucura actual da criatura. Vemos as engrenagens a funcionar na perfeição quando quer alguma coisa. 

Eu acho que no fundo o Batman é assim carrancudo porque gostava de ter o estilo do Joker, tenho para mim que é isso! Mas nem o Batman nem ninguém! Isto é das melhores personagens que já vi e neste pequeno livro temos vários dos pontos que o fazem ser tão bom!

Quão fácil é enlouquecer alguém? Porque é que o Joker é este maníaco que é? 

Um livro que tem um argumento maravilhoso - diga-se que Alan Moore ainda nunca me falhou - e a arte é igualmente maravilhosa o que resulta num livro fantástico a vários níveis. 

No fim disto tudo ao menos não nos esqueçamos:

"A Loucura é a Saída de Emergência!" 


segunda-feira, 25 de maio de 2015

[leituras] Batman - Asilo Arkham


Título: Batman - Asilo Arkham
Argumento: Grant Morrison
Desenhos: Dave McKean
Páginas: 120
Ano: 1989

Eu sou apaixonada por livros. É um amor incondicional que não irei deixar durante o resto da minha vida. Mas há livros e livros, não é? Há livros que sim senhor são muito porreiros, há livros que são muito bons, há livros que são muito maus, há livros que são absolutamente neutros e há outros que são absolutas paixões seja qual for o ângulo por que olhe para eles. É nesta última categoria que se enquadra este Asilo.

As ilustrações de McKean são das coisas mais fabulosas que já vi. São lindíssimas, muito trabalhadas, interessantes, diferentes, com cores absolutamente fantásticas e bem ligadas umas com as outras. Os cenários são ridiculamente bonitos, misteriosos e obscuros sem abusar da cor preta ao longo da história, antes pelo contrário. Há imensa cor, há imensos jogos de cor, há passagem de figura para figura apenas com a mudança de cor, eu nem sei, é demasiado bom para que uma mente pequena como a minha consiga atingir sequer níveis para falar devidamente dela. Eu com livros ilustrados por este senhor não quero saber do argumento, eu perco-me completamente naquelas imagens e pouco mais me interessa do que isso.

Claro que este menino tem coisas como este livro, livros com o Gaiman, não são propriamente coisas que não interessem ou que não se perca muito quando ignoramos o argumento. E eu acabo por ler e ver o brilhantismo para além da parte visual mas McKean é meio caminho andado para que eu fique interessada e presa a um livro.

Este livro é um perigo, passar de uma página para a seguinte é um dilema. Não acabar o livro e voltar a lê-lo logo de seguida é outro. Este livro é demasiado bonito e interessante para que não o leia e releia e mime e dê todo o carinho do mundo e veja todos os pormenores, absorva todas as cores e saiba cada página de cor para o poder ler mentalmente. 

Exagero? Sim, talvez, mas o raio do livro conquistou-me mesmo. Argumento, vá lá, que o Morrison também trabalhou bastante bem. O Batman é sempre um tipo meio chateado com a vida, com uma postura muito rígida e uma relação especialmente interessante com os vilões que o chateiam, com grande ênfase no grande Joker.

Juntar todos num asilo é uma ideia curiosa e mais acertada do que a início se podia julgar. Eu acho que qualquer pessoa no meio de malucos fica maluca e o Batman não é a pessoa / morcego mas escorreito do bando.

A dinâmica "de grupo" que se cria é bem explorada e joga bem com as várias personalidades que estão ali juntas.

Sem dúvida que adorei o livro e que vou reler não tarda muito. Este e mais uns poucos do McKean que desta vez apercebi-me com muita força do fascínio que tenho pelo seu trabalho.


quarta-feira, 15 de abril de 2015

[leituras] Kingdom Come - Estranho Visitante (#1)

Título: Kingdom Come - Estranho Visitante (#1)
Argumento: Mark Waid
Desenhos: Alex Ross
Ano: 1996


Depois de me ter apaixonado pelo trabalho de Alex Ross fiquei fascinada com a técnica deste senhor com o Mithology. Nesse livro havia imensas referências a este Kingdom Come. Não é que soubesse alguma coisa sobre o que seria ou o porquê de ser tão interessante para aquele mega geek. 

Agora pegando no primeiro livro fiquei mortinha por mais. A arte de Ross não é, ou não me pareceu, a mais realista a que me fui habituando no Mithology, ou isso também poderá vir da diferença nas edições que dão uma diferente textura às imagens.

Mas pela história fiquei interessada em continuar a ler o que vem daqui: o Super Homem vive na sua quinta a plantar batatas e tratar das vacas, a Wonder Woman anda na sua ilha sossegada, o Green Lantern anda lá no espaço a não fazer nada, resumindo: os nossos amigos super heróis não andam no sítio onde os costumávamos encontrar: combater os maus. Só o Batman continua badass como sempre e não deixa que haja cá coisas! "Ele mantém a cidade dele sob controlo", ai não. Agora vivem uma vida mais sossegada, ou viveram até agora, porque acabamos exactamente com a aparição de um Super Homem no meio da multidão a salvar alguém depois de levar um choque de realidade quando a Wonder Woman o obriga.

O certo é que a população está completamente descontrolada, não há qualquer sentido de responsabilidade, de correcção, de nada. Não há respeito nem interesse nem nada. Depois de um mundo muito marcado pela presença de super heróis, que deixaram a sua marca, agora o mundo vê-se a braços sem a protecção que julgava ter quando o Super Homem liderava um grupo contra o que quer que fosse!

Ainda não consigo estar apanhada por esta história mas acho que tem muito potencial para ser qualquer coisa muito, muito interessante. Vou ver se consigo apanhar o livro completo para o ler e ver no que isto dá. Para começo este Estranho Visitante deixou-me muito curiosa, o que é bom.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

[leituras] Mythology



Título: Mythology
Autor: Alex Ross
Páginas: 288
Ano: 2003

Depois de ler Marvels avisei logo que tinha ficado muito fã do que tinha visto, bem mais do que do que tinha lido. Como não podia deixar de ser fui logo investigar que mais é que podia ler para conhecer mais deste senhor Alex Ross que tanto gosto me tinha dado com as suas ilustrações. Foi assim que descobri este livro magnífico: Mythology. O título é bom o conteúdo ainda é melhor.

Sei que eu por um lado apreciei imenso o livro de forma um pouco amadora nestas andanças. Embora goste e acompanhe os universos de super herois ainda sou muito verdinha nestas coisas. Aqui há um grande foco mas personagens mais emblemáticas da DC, principalmente Superman, Batman e Wonder Woman mas aparecem muito outros, muitos confesso nunca tinha ouvido falar.

E o mais engraçado no meio disto tudo é que fui aprendendo mais coisas do universo DC pela perspectiva deste Alex Ross e do seu geek'ismo mais puro! Ver um pouco de como funciona a mente de um tipo destes é fascinante. A maneira como desde novo conseguia visualizar as coisas de forma diferente, as adaptações que sentia que tinha de fazer, a direcção em que levou a sua formação para conseguir atingir os objectivos da melhor maneira possível, tudo isto me mostrou um homem muito determinado, muito talentoso mas muito trabalhador e é sem dúvida aí que temos o segredo da obra maravilhosa que vi dele.

Os desenhos que faz são absolutamente lindíssimos, ver muitas das vezes as versões originais, de comics antigos e o remake deste senhor é qualquer coisa digna de nota! Versões mais realistas, quase como se de fotografias se tratasse, mas muito fieis a mesma essência que se transmitia no original. São trabalhos com muito detalhe, com muito cuidado e sem dúvida que isso se nota.

Ver um livro e dizer que sim senhor, tem desenhos muito bons é uma coisa, ver o empenho, a dedicação e o trabalho que está por detrás daquilo tudo acaba por dar muito mais valor a um novo livro que vá ler. Dá-nos a real sensação de que não é uma coisa que aconteça de um dia para o outro, há muito trabalho, envolvimento, comunicação para que tudo aconteça e da melhor maneira possível. É interessante ver, por exemplo, pessoas à volta de Ross a tirar fotos nas posições precisas para um determinada trabalho e depois ver como é que ele acabou por desenhar aquilo. É surpreendentemente bonito e interessante. É um trabalho pormenorizado e sinceramente, falando pela minha experiência própria, que dá muitos resultados no fim. Eu li um livro com este senhor - pelo menos acho que só li um - e fiquei encantada, decidi-me rapidamente a querer mais. É uma prova irrefutável de que o talento é uma coisa gira que dá jeito mas o trabalho e o empenho nas coisas é que fazem realmente a diferença.

Do livro apanhei imensas coisas giras para ir investigar assim como livros deste senhor que terei de ler. Ganhou uma fã, sem dúvida e a continuar com este tipo de ilustrações uma que será muito, muito fiel!