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sexta-feira, 15 de abril de 2016

[series] Steins;Gate


25 episódios
2011

Já me apontaram que sou mais uma das pessoas que vê muito anime. Até nem concordo, vejo anime como vejo outras coisas, mas já que vou tendo recomendações de coisas interessantes, os episódios são pequenitos e as temporadas também não costumam ser grandes, uma pessoa aproveita que tempo é coisa preciosa!

Esta até acho que foi o Sr. meu namorado que sugeriu e nem sei bem o que li que me fez ver mas o certo é que quando comecei, realmente, a pegar nos episódios, não fazia ideia do que me esperava.

Mad Scientists, é sobre isso que é esta série. Um tipo com um espírito muito engenhocas que tem protótipos para tudo e mais alguma coisa que sai daquela cabeça. Sé que no meio daquilo tudo consegue arranjar maneira de criar um microondas com capacidade de enviar mensagens no tempo. Sim, ele manda uma mensagem enquanto o microondas está a funcionar, com determinados parametros certos para ir para onde é desejado e consegue andar com essa mensagem no tempo. O melhor é que mandando a mensagem certa, ou errada, muita coisa consegue mudar.

Portanto sim: é mais uma série sobre viagens no tempo e os seus perigos. Mas agora a um nível amador, num grupo de amigos, e com a percepção de que tentando melhorar de uns lados se piora de outros, e que muitas trocas podem dar asneira, mesmo que pareçam muito pequeninas.

Seja por ter personagens adoráveis, que as tem, seja pela loucura do Mad Scientist - ou Okarin - o certo é que fiquei fã. É bem giro. E entretém decentemente. Valeu a pena e aconselho a quem queira uma coisinha pequenita para ver,

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

[series] Blood C



Eu às vezes encontro coisas nos meus feeds que me despertam a curiosidade. Às vezes nem é por alguma coisa muito interessante mas fico curiosa.

Agora, se alguém ainda duvidava de que gosto de coisas esquisitas eu passo a explicar como é que procurei o que era esta série: basicamente por ver uma imagem.


Fiquei curiosa com o que raio seria isto. Vi que era uma anime com uma temporada apenas, pequenita, valia a pena experimentar. E valeu. Isto foi bem giro!

Basicamente temos uma tipa muito adorável que faz a sua vida fofinha onde sai de casa todas as manhãs a cantar sobre como o dia é bonito, que come o pequeno almoço no café onde tudo é bom e onde o café parece mágico, vai para a escola e invariavelmente atrasa-se porque fica retida a brincar com um cão, ou a ajudar uma velhinha, ou porque vê qualquer coisa especialmente bonita e fica a observar melhor. Uma moça inocente e adorável.

E depois durante a noite mata bichos com poderes sobrenaturais, seguindo o legado deixado pela mãe, à base de Katana. Divertido, certo?

Claro que isto é anime e tem as vantagens, ou desvantagens, de qualquer anime: é exagerada como tudo, é um óptimo, catálogo de cuecas, as moças têm todas pares gigantes e bamboleantes, e depois há monstros a tentarem matar-nos. Porque tem de haver. Anime sem bichos a quererem matar os humanos, seja por diversão, seja para alimento, não é anime! (Sim, claro que existem, mas entendei o que digo!)

Na realidade o fim foi previsível e confuso ao mesmo tempo. Fiquei com algumas dúvidas lá pelo meio, mas ainda assim dou uma nota positiva a esta série. Tem matança e sangue a rodos - principalmente no fim... - e a história até que é interessante. Tem falhas, tem algumas coisas previsíveis e que não deviam acontecer mas entrem no espírito da coisa e até se torna bem giro. Eu cá gostei.

Agora de animes vou andar mais sossegadita que tenho duas séries a ver há já uns anos. Só depois é que vejo mais coisas de animes, porque se não nunca mais!

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

[series] Danganronpa


Uma amiga minha disse para ver isto e eu vi que era pequenita e aproveitei para ver agora, sempre que me dava a preguiça para algo mais produtivo - acabou rápido portanto!

Eu não fazia ideia do que me esperava, não sabia a história, não sabia nada. Fui às cegas. E valeu a pena!

Esta anime basicamente é sobre uma espécie de escola, que está a ser comandada por um urso meio fofinho meio maléfico, onde se juntaram 15 alunos. O twist da coisa é que eles não poderão sair dali. A única maneira de o fazerem, e assim não passarem lá o resto da vida (entenda-se que isso era uma possibilidade embora não o objectivo) era matarem-se uns aos outros.

Basicamente, o objectivo é irem-se matando. De cada vez que um corpo fosse encontrado seria feito um julgamento e teriam de descobrir qual deles foi o assassino. Se o grupo acertasse, o assassino morria; se o grupo errasse, todo o grupo morria menos o assassino!

Divertido, não? Isto acaba por ter muitas voltas a cada episódio, muitas histórias não contadas que vão aparecendo aos poucos e isso mantém a coisa acesa. E depois há o sacana do Monobear que é o director daquilo tudo, digamos, que não é mais do que um urso meio robótico que rebenta quando alguém o tenta atacar e que é um grande apologista de sangue e mortes e tal. É uma jóia de moço, este.

Não estava a contar que fosse tão engraçado. As personagens são muito diferentes mas há umas poucas interessantes que acabam por dar imensa pica para ver o que vai acontecer a seguir.

Não é uma série genial mas é bem engraçada, uma surpresa bem positiva. Ainda por cima é pequenita, nem ocupa grande tempo! E mais que não seja o sacana do urso é um creepo de todo o tamanho! E depois há uma espécie de coelho gordo cor de rosa que só apareceu no fim a dizer que nos queria conhecer... Eu nem sei. É suposto haver novidades em 2016. Esperemos.


quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

[leituras] Death Note (#1 - #6)

Título: Death Note (#1 - #6)
Argumento: Tsugumi Ohba
Desenho: Takeshi Obata
Página: 200 (média)
Ano: 2003

Agora que estou a pensar no que escrever quanto a isto estou a lembrar-me que Death Note foi a primeira Anime que vi. Curioso, comecei em grande.

Na altura gostei bastante de ver a série (shinigamis que libertam no mundo humano cadernos que escrevendo lá o nome de alguém os mata.... pois que isto tinha potencial para ser uma coisa que eu ia apreciar...) e desde aí que pensei em ler os livros, embora ainda tenha havido uns dois anos de intermédio. O que acaba por ser bom. Porquê? Porque os livros são muito do mesmo em relação à série.

Sim, eu sei, os livros e a série estão a contar a mesma história mas aqui não há grandes adaptações: o que está numa é o que está na outra. E, para mim, ler isto logo a seguir a ver a série não teria funcionado assim tão bem!

Faço um ponto de situação a meio da saga, já estão seis lidos, outros seis seguirão o mesmo caminho, e o engraçado é que mesmo conhecendo a história e lembrando-me das coisas quase todas esta história consegue cativar-me o suficiente para não ser aborrecida, para ter momentos surpreendentes e interessantes. 

Eu gosto imenso do conceito mas essencialmente gosto das personagens. Seja porque o Light é um tipo inteligente com uma capacidade ridícula de pensar no desenvolvimento de eventos quando acontece uma coisa qualquer - nem imagino o que não seria jogar xadrez com ele - ou porque o L é igual a ele mas com aquele toque estranho que lhe dá uma piada reforçada.

E depois há a Misa Misa que não consigo não gostar dela. Ela tinha todo o potencial para ser estupidamente irritante mas eu gosto tanto dela, toda fofa e inocente, que até nos surpreende por ter mais do que dois neurónios a funcionar dentro daquela cabeça.

Enfim, eu sei que estes livros agora degeneram um bocado nos próximos mas quem não sabe não aprendo agora uma maneira diferente de ver os ler e gostar do que vem a seguir. Tenho esperança. Vamos ver se dá nalguma coisa.



sexta-feira, 30 de outubro de 2015

[series] Death Parade



Título: Death Parade

Mais uma vez por vir com boas recomendações e essencialmente por ser pequenina, meti-me a ver esta série. 12 episódios é pouco, embora sejam estupidamente viciantes.

Mas bem, a ideia é que quando morremos vamos parar a um sítio, que neste caso é um bar (Quindecim), com outra pessoa que morreu ao mesmo tempo que nós, onde temos de jogar um jogo e a partir daí um árbitro decide qual das duas pessoas é a que vai ser enviada para reencarnar e qual a que vai ser atirada para o esquecimento eterno.

Ao chegar a esse bar vão sem lembranças nenhumas, muitas das vezes nem o nome sabem, e ao longo do jogo vão começando a lembrar-se de pedaços da sua vida, e no fim do jogo mais ou menos, sabem que já estão mortos. 

As brincadeiras que são feitas com a mente humana estão muito bem conseguidas: desde forçar situações de stress para ver qual a reacção dos jogadores, até incluir no próprio jogo pedaços relacionados com eles que lhes estimulam as memórias ao mesmo tempo que dão outra percepção a alguns comportamentos que tiveram em vida.

E depois claro, a série faz-se das diferenças das pessoas que lá vão das reacções que têm ao que lhes está a acontecer. O primeiro episódio temos um casal que morreu na lua de mel. No segundo desconstrói-se tudo o que se viu no primeiro. Depois entre casos de amor póstumo, velhinhas simpáticas, miudos suicidas, mães desesperadas, enfim, um bocadinho de tudo. 

Às vezes pessoas fracas que ali se revelam mais do que em vida, outros o contrário. A verdadeira natureza das pessoas a tentar ser avaliada. Mas será que é?

Temos Decim, o árbitro do bar, acompanhado de Chiyuki, uma humana que anda por ali a aprender, desde o início, e que ainda demora até se saber algo mais concreto sobre ela. Há Nona, uma sósia completa da Elsa do Frozen, que gere o Quindecim; há o Ginti que é muito mal disposto e tem o ponto de "Um árbitro não tem emoções" levado ao máximo há o Clavis, que é o rapaz do elevador mas que é super simpático e adorável; há a Quin, uma antiga árbitra muito bebedolas, e acho que assim de personagens mais importantes estão aqui todas!

Mas estes jogos, literais e mais profundos, são muito bem apanhados, e dão debates psicológicos interessantes e relevantes.

É uma série que acaba por ser muito emocional num contexto que tenta exactamente ser isento de emoção e também esse contraste lhe dá uma força incrível. Mesmo sendo fofinho não é - de todo - lamechas! É um misto tal que nem sei...

Fiquei com real pena de não ter mais episódios, porque isto sim é uma série que vale a pena ver, vale a pena pensar sobre ela e não é só entretém mata tempo.

Venham mais animes destas porque assim, sim!





sexta-feira, 9 de outubro de 2015

[series] Attack on Titan

Título: Attack on Titan
Duração: 25 min
Ano: 2013

Eu que não sou muito de animes nos últimos tempos tenho-me rendido a algumas. As histórias têm aquele quê de estranho/aleatório/esquisito japonês mas eu gosto, que é que se há-de fazer. Mais a mais há demasiada gente a atirar-me com nomes associados a histórias interessantes e lá vou eu!

Attack on Titan tem andado tanto na moda, já ouvi dizer tão bem e tão mal que tive de dar o meu parecer. 

E não me lixem: isto é bom! Tem falhas, claro que sim, mas de uma forma geral isto torna-se engraçado. E sacanas das pessoas que fazem isto que sabem deixar os episódios mesmo no sítio certo para ter de ver mais um episódio. Maldições tenham... 

Sendo anime a história adivinha-se por si própria: há gigantes que apareceram do nada e que nos querem matar a todos. Já se sabe que esta é a premissa de mais de metade das animes, não há como escapar. 

O que acontece aqui é que esses mesmos gigantes, os Titans, são muito altos - mesmo com vários tamanhos possíveis -, com uma temperatura corporal ridiculamente alta, regeneram de qualquer ferida que lhe façam, o seu ponto fraco - e única forma de serem derrotados - é na nuca e não tem orgãos sexuais. 

De uma maneira geral é isto. Ah, e comem pessoas!

Para primeira temporada tem 26 episódios, quase todos a acabar em alturas muito pouco simpáticas para quem tem pouco tempo e não pode ver a série toda seguida, mas eu cá gostei do que fizeram com isto. 

Há um twist que é muito imediato quando acontece - embora não nos digam logo que aconteceu - e que dentro do campo de que há monstros antropomórficos gigantes, cheios de força e cheios de fome, se torna engraçado e dá uma volta na história. 

Eu nem sei bem quando é que a história continua mas estes episódios foram bons de ver, foram interessantes e a história não se torna aborrecida, repetitiva ou demasiado previsível. 

Eu cá gosto, quando sair a segunda temporada vou continuar a acompanhar e por agora já tenho outra anime para ver, por isso... 


sexta-feira, 2 de outubro de 2015

[series] Evangelion

Duração: 1 season, 25 min por ep
Ano: 1995-96

"É estranho" foi basicamente o que me levou a ver isto. Não fui muito dificil numa coisa destas: tem um ar estranho, tem potencial para ser engraçado, oh well, bora lá!

O ar é muito anos 90, nota-se que não há grande coisa de recente. É como olhar para um jogo de há uns anos, não engana.

Enfim, o conceito de ter monstros que nos invadem e querem matar à força toda é recorrente em tudo o que é japonês e desta vez não falhou.

Para dar resposta a estas matanças todas constroem-se uns robots gigantes - os EVA - que se ligam directamente ao controlo de uma criança (crianças, sim!) e assim conseguem conduzir aquele monte metálico para andar à porrada com os bichos.

A série está bem curiosa e gostei bastante de ver isto mas o que me chateia é que há demasiada coisa que não se faz ideia de onde cai. Há momentos muito estranhos que até podiam fazer ali uma reviravolta completa que explicava alguma coisa mas nem se quer se fala naquilo, ou sequer que é estranho. É tudo aceite com a maior das normalidades e nunca mais se fala no assunto. Não faz grande sentido e parece-me uma perda de oportunidade para alguns twists mais engraçados.

Mas de uma maneira geral isto é bom, desde que cortemos os últimos três episódios que são só aleatórios, estranhos, desfasados de qualquer história e que não fazem ponta de sentido.

Enfim, isto é bom e vale bem a pena mas é preciso ir com caução e aceitar que metade das coisas que nos aparecem e que caem do céu vão ficar assim, ninguém nos vai fazer sentido daquilo. Já ficam avisados!


sexta-feira, 4 de setembro de 2015

[series] Madoka Magica

A minha experiência em anime aind
a é muito pequena. Mas estou a instruir-me nesta animação japonesa onde tudo pode acontecer. E geralmente acontece! Principalmente se for estranho como tudo!

Conheci agora Madoka, uma moça que se vê numa situação complicada. Um gato muito esquisito - e irritante como tudo - que procura Madoka e uma amiga para se tornaram mágicas e ajudaram e livrar o mundo de - a sério - bruxas más.

A transformação implica um desejo que será realizado, seja lá ele o que for. O que escolher numa coisa destas? Aqueles que escolhem mais rápido são os que estão a morrer e pedem a saúde restabelecida, são os que estão a perder alguém que amam e que querem voltar a ver bem, mas e quando não se tem nada disso? O que se escolhe numa decisão tão importante como esta? 

A série não é muito grande, as personagens não são propriamente as mais espertas mas isto até se torna bem curioso. Madoka, no meio destas loucuras todas, ainda é a mais racional e se hesita no que fazer é porque tem todos os motivos para isso. 

Isto acaba por ser engraçado porque também não é assim tão grande quanto isso porque isto muito arrastado já dava asneira. Assim não, assim a coisa corre bem e não se torna chata. 

Enfim, foi giro, consegue ser surpreendente em vários momentos e vale a pena para o meu reportório de anime.